Especiais | 19-10-2026 19:00

Roques Vale do Tejo aposta no GPL e nos híbridos para reduzir custos e responder aos desafios da mobilidade

Roques Vale do Tejo aposta no GPL e nos híbridos para reduzir custos e responder aos desafios da mobilidade
ESPECIAL GALARDÃO EMPRESA DO ANO
Pedro Laranjeira, coordenador comercial da Roques Vale do Tejo, apresentou o Renault Symbioz Eco-G e o Renault Rafale híbrido plug-in na cerimónia do Galardão Empresa do Ano, promovida por O MIRANTE - foto O MIRANTE

A Roques Vale do Tejo voltou a associar-se ao Galardão Empresa do Ano, promovido por O MIRANTE, e apresentou duas propostas da Renault que procuram responder às novas exigências do mercado automóvel. O Symbioz Eco-G, a gasolina e GPL, e o Rafale híbrido plug-in estiveram em destaque numa cerimónia onde a inovação, a eficiência e a sustentabilidade também marcaram presença.

A redução dos custos de utilização, a autonomia e a preocupação ambiental são factores cada vez mais determinantes na escolha de um automóvel, sobretudo no sector empresarial. Foi com estas preocupações em mente que a Roques Vale do Tejo marcou presença no Galardão Empresa do Ano, realizado a 8 de Outubro, no Convento de São Francisco, em Santarém, apresentando dois modelos Renault com soluções distintas para os desafios da mobilidade. Pedro Laranjeira, de 48 anos, coordenador comercial da Roques Vale do Tejo, foi o rosto da marca no evento e explicou as vantagens das duas motorizações. O Renault Symbioz Eco-G, equipado com um sistema que permite utilizar gasolina ou gás de petróleo liquefeito (GPL), destaca-se pela economia de utilização e por uma autonomia que pode atingir os 1.200 quilómetros. Uma solução particularmente atractiva para empresas que percorrem grandes distâncias e procuram reduzir a factura dos combustíveis sem depender de postos de carregamento eléctrico.
Já o Renault Rafale híbrido plug-in apresenta uma proposta diferente, combinando um motor de combustão com um sistema eléctrico recarregável. Permite realizar determinados percursos exclusivamente em modo eléctrico, mantendo a possibilidade de recorrer ao motor de combustão nas viagens mais longas. Para Pedro Laranjeira, esta versatilidade continua a ser um argumento importante para as empresas, que procuram conciliar eficiência energética, autonomia e flexibilidade de utilização. O responsável comercial considera que o mercado automóvel português atravessa uma transformação significativa, com os veículos eléctricos a conquistarem cada vez mais consumidores. A subida dos preços dos combustíveis e a preocupação ambiental têm contribuído para essa mudança, embora as soluções híbridas continuem a ocupar um lugar relevante nas decisões de compra. “Pelos números mais recentes, o carro eléctrico é muito procurado pelo mercado português. O mês passado, um em cada três carros matriculados foram carros eléctricos, mas ainda temos, principalmente no segmento empresarial, muita procura para aquilo que são os plug-in hybrid”, afirma.
Apesar do crescimento da mobilidade eléctrica, Pedro Laranjeira reconhece que a autonomia e o preço de aquisição continuam a condicionar algumas escolhas. É neste contexto que as motorizações a GPL e híbridas plug-in surgem como alternativas para quem pretende reduzir custos sem abdicar da liberdade de circulação. A Renault dispõe igualmente de uma gama de veículos totalmente eléctricos, destinados tanto a deslocações urbanas como a percursos mais longos. O coordenador comercial acredita que a evolução tecnológica e a redução dos preços vão acelerar a transição energética no sector automóvel. “Há cada vez mais uma preocupação ambiental dos utilizadores e consumidores e, como tal, a solução eléctrica será prioritária. E com a redução de custos na aquisição da viatura, essa realidade ainda vai ser mais presente. Não só a nível nacional, como aqui na nossa região”, sublinha.
A participação da Roques Vale do Tejo no Galardão Empresa do Ano reforçou a ligação do concessionário ao tecido empresarial da região e permitiu mostrar que o futuro do automóvel não passa por uma solução única, mas por diferentes tecnologias capazes de responder às necessidades e possibilidades de cada cliente, concluiu Pedro Laranjeira.

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