Politécnico de Leiria vai ter que esperar por melhores decisões para evoluir o seu estatuto para universidade.
A candidatura do Politécnico de Leiria a universidade está a enfrentar entraves, depois de pareceres negativos de entidades do ensino superior travarem o avanço da pretensão da direcção do politécnico e da comunidade intermunicipal da região de Leiria (CIMRL).
A candidatura do Politécnico de Leiria a universidade está a enfrentar entraves, depois de pareceres negativos de entidades do ensino superior travarem o avanço da pretensão da direcção do politécnico e da comunidade intermunicipal da região de Leiria (CIMRL).
Em causa estão as posições do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos e do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, que se opõem à alteração de estatuto da instituição.
A CIMRL garante, ainda assim, que não vai desistir. O primeiro-secretário executivo, Paulo Santos, considera que a criação de uma universidade é um passo estratégico para a região, com impacto na atracção de investimento, na inovação e na fixação de quadros qualificados.
O responsável aponta também para a perda de competitividade do território nos últimos anos, face a regiões como Aveiro e Braga, defendendo que a mudança de estatuto poderá ajudar a inverter essa tendência.
Perante os pareceres negativos, deixa ainda um desafio às entidades envolvidas, convidando-as a conhecer no terreno o trabalho desenvolvido pelo politécnico e o seu contributo para o desenvolvimento regional.
O processo mantém-se em aberto e depende de decisão final do Governo.


