Entrevista | 14-05-2019 10:00

Andreia Catarina Martins Figueiredo

Andreia Catarina Martins Figueiredo
AGORA FALO EU

Advogada na Rocha, Valente, Figueiredo & Associados, Sociedade de Advogados, 38 anos, Vila Franca de Xira

A justiça é igual para todos? Infelizmente não.

Gosta de uma boa discussão? Tendencialmente sim porque da discussão surgem excelentes soluções para o que a motivou.

Sente-se livre? Nunca somos verdadeira e totalmente livres mas sinto-me, dentro do panorama social actual, uma pessoa bastante livre, sobretudo no pensamento.

Tem a profissão que gostaria de ter? Sem dúvida. Aliás, não me vejo a ter outra.

Alguma vez pediu o livro de reclamações? Sim, algumas. O acto de reclamar é um dever cívico no sentido de melhoramento dos serviços públicos e privados.

Durante quanto tempo é capaz de guardar um segredo? Não tenho limite temporal para o efeito. É suposto, e acontece de facto, os segredos que guardo continuarem guardados até ao fim.

Alguma fez assistiu a uma tourada ao vivo? Nunca assisti a nenhuma tourada ao vivo. Tenho algumas reservas.

Acha possível virmos a sofrer atentados terroristas como os que acontecem noutros países? Tenho muitas dúvidas na medida em que o impacto pretendido pelos eventuais terroristas talvez não se obtenha praticando tal acto num país com as características do nosso.

É capaz de cantar um fado do princípio ao fim? Infelizmente não. Limito-me a escutar.

Em quantas localidades viveu até agora, desde que nasceu? Apenas vivi numa terra desde que nasci. Sou muito pouco dada a afastar-me das raízes.

Consegue perceber tudo o que está escrito num contrato de um seguro ou de um empréstimo bancário, por exemplo? E tenta lê-los, ou limita-se a assinar e a esperar que tudo corra bem? Por defeito de profissão, leio sempre tudo até ao fim antes de assinar qualquer tipo de contrato.

Os programas de culinária da televisão abrem-lhe o apetite? Não, porque não os vejo. Tenho falta de tempo para dedicar a ver televisão.

Sabe andar de bicicleta? E de mota? Apenas sei andar de bicicleta.

Todas as tradições devem ser defendidas ou há algumas que mais vale esquecê-las? Como em muitas coisas relacionadas com a história da humanidade, há tradições negativas que deverão ser esquecidas porque não trazem nada de bom para o progresso da humanidade.

Quantos cafés bebe por dia? E porque os bebe? Depende da fase do ano e do trabalho. Algumas vezes tenho de trabalhar muitas horas seguidas e nessas alturas posso ir aos cinco cafés.

Lembra-se do nome de algum Presidente da República antes do Cavaco Silva? Claro! Eu tenho 38 anos.

Tenta aproveitar as promoções dos supermercados ou não liga e compra o que precisa? Se puder aproveitar as promoções, aproveito. Os actos de boa gestão fazem parte integrante da minha vida.

O voto devia ser obrigatório? Não considero que fosse positivo para a democracia. A liberdade, que muito prezo, integra naturalmente também esse acto de decidir votar (ou não).

Costuma fazer exercício físico? Infelizmente, nesta fase da vida tive de fazer escolhas que são incompatíveis com fazer exercício físico.

Alguma vez escreveu um poema? Era dedicado a alguém? Sim. Dedicado às mães.

Lembra-se da maior extravagância que fez na sua vida? Diria que a maior que me ocorre foi na área laboral quando numa semana me desmultipliquei em quatro julgamentos entre o Portugal insular e o continente.

Se houver reencarnação, o quê ou quem gostaria de ser na próxima vida? Não se vislumbra que haja e se houvesse gostaria de voltar a ser eu mesma.

Gosta de ouvir os foguetes nas festas populares? É irrelevante.

Se houvesse um referendo para sairmos da União Europeia e do Euro, qual acha que seria o resultado? Diria que, sendo o povo português um povo inteligente, o resultado seria no sentido de permanecermos na União Europeia e no Euro.

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