Entrevista | 28-04-2021 07:00

Márcia Rito Veiga

Márcia Rito Veiga
AGORA FALO EU
Márcia Rito Veiga (foto DR)

Esteticista na Depilconcept Santarém - 32 anos

Já aderiu à moda de correr ou caminhar pelas ruas?

Felizmente as pessoas cada vez mais estão a aderir a uma vida mais saudável e aperceberam-se da mais-valia desta “nova moda”. Para além de ser uma prática saudável é, indiscutivelmente, um investimento a longo prazo para uma melhor qualidade de vida.

Do que é que sente mais saudades?

Sinto saudades de uma vida sem restrições, de confraternizar e socializar com todos aqueles de quem gosto.

Se lhe saísse o Euromilhões qual era a primeira coisa que fazia?

Ajudava os meus. Mas antes iria para o hospital com um gigantesco ataque de pânico.

Qual a pior coisa que lhe podem fazer?

Tentarem mandar-me “areia para os olhos”!

Se pudesse ter um superpoder qual escolheria?

Gostava de poder ler as mentes. Assim saberia quem está a ser verdadeiro ou falso.

Era capaz de viver sem música?

A música está sempre presente, nos bons e nos maus momentos. Se repararmos em todas as situações da nossa vida há uma música associada.

A beleza é fundamental?

Não é fundamental, mas é importante, pois é uma mais-valia para o nosso ego e porque estamos habituados a uma sociedade assim.

O respeitinho é muito bonito?

É bonito e eu gosto!

Há alguma coisa pela qual ainda valha a pena lutar até à morte se necessário for?

Lutar pela minha família, especialmente os meus filhos.

Tem a profissão que gostaria de ter?

Sem dúvida. Amo o que faço e trabalho com pessoas espectaculares. Levanto-me todos dias feliz porque sei que vou fazer o que gosto. Nem todos têm essa sorte!

Subscrevia uma proposta para termos outro hino nacional?

Não queria que tivéssemos outro hino nacional porque isso seria uma aberração para as nossas origens.

O que diria Henriques Lopes de Mendonça que tão bem escreveu “A Portuguesa”?

Não há hino como o nosso!

Durante quanto tempo é capaz de guardar um segredo?

Se é segredo guardo-o para sempre.

Ainda é capaz de elogiar a beleza de alguém ou prefere não o fazer para não ser acusada de assédio?

Claro que sou capaz de elogiar a beleza de uma pessoa e quando o faço não penso sequer se a pessoa pode pensar em assédio. Ressalvo que na minha profissão é muito importante mostrar que todos nós temos algo de bonito.

O voto devia ser obrigatório?

Os eleitores deviam ser obrigados a votar para perceberem que só assim poderemos ter voz activa em qualquer situação emergente no nosso país.

Alguma vez teve a tentação de ler um manual de instruções de um electrodoméstico que tenha acabado de comprar?

Não sei se é defeito ou feitio, mas leio sempre as instruções dos equipamentos, mesmo já sabendo trabalhar com o que quer que seja.

A Justiça é mesmo igual para todos?

Pelo que tenho constatado actualmente na Justiça, existe no nosso país “ dois pesos e duas medidas”. A Justiça é diferente entre credos, cor e classe social... infelizmente.

Como gostaria de ser recordada?

Gostava de ser recordada como uma boa filha, mãe, esposa, boa profissional e acima de tudo como uma pessoa educada.

Já consegue associar a cor verde à defesa do ambiente ou quando pensa em verde pensa noutras coisas?

Consigo associar o verde à defesa do ambiente, mas não posso deixar de falar no meu Sporting.

Quais as qualidades que aprecia numa pessoa?

Honestidade, frontalidade, educação e sentido de humor.

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