Entrevista | 12-07-2022 11:59

Marta Simões

Marta Simões. fotoDR

Fundadora e sócia-gerente do Restaurante Caverna – 39 anos, Cartaxo

À mesa, branco ou tinto? E o vinho acompanha com que comida?
Qualquer um, mas diria que sou perdida por vinhos tintos. Gosto de branco no Verão mas tinto vai bem em qualquer estação/ocasião. Vinho acompanha bem uns ovos rotos, uma boa pasta fresca, um bom grelhado ou até um hamburguer. Até uma bowl saudável de salmão fumado acompanha bem com um branco frutado.
Sabe cozinhar ou prefere apreciar a comida no prato? Qual é a sua especialidade?
Modéstia à parte, acho que até cozinho muito bem. Mas confesso que adoro comer fora e é um hobbie! Antes de abrir o restaurante visitei mais de 40 restaurantes de comida saudável. Adoro experimentar coisas novas e de outras culturas. A minha especialidade? Acho que tenho o dom de transformar pequenos pecados em opções saudáveis.
Sente que seria capaz de ser uma boa primeira-ministra?
Não. Sou demasiado justa, não consigo esconder o que sinto e se me deparar com algo que acho incorrecto não consigo ser politicamente correcta. Acho que é preciso ter uma capacidade enorme de gerir sem depender da opinião dos outros. E eu não a tenho.
É adepta de algum clube?
Não sou nada adepta de futebol. Sou licenciada em Desporto Condição Física e Saúde e adoro muitos outros desportos mas futebol não é dos preferidos. Sou patriótica por isso se Portugal jogar estou lá a torcer! Loucuras…acho que não.
Se lhe saísse o Euromilhões qual era a primeira coisa que fazia?
A primeira: dava uma volta ao mundo com o meu marido e filhos. Largava tudo e ia ver o nascer do sol noutra parte do mundo por muitos meses!
Gosta mais do campo ou da cidade?
Campo. Gosto da terra, de me sentir livre. Fecho muitas vezes os olhos para visualizar aquilo que é o meu sonho de futuro: uma casa no campo/serra. Perto do mar. Adorava viver na Serra da Arrábida.
Já fez alguma viagem de férias a um país estrangeiro?
Muitos! E desejo ir a muitos mais. México, França, várias vezes Itália, Marrocos, Espanha várias vezes, Áustria, Bélgica. A próxima é a viagem de família a Menorca, por ser mais em conta que o Algarve para quem procura hotel e tem uma família numerosa como nós. Mas o sonho é passar os 40 nas Maldivas.
Gosta mais de liderar ou ser liderada? Porquê?
Liderar! Porque acho que tenho uma óptima visão, sou justa, pró-activa, compreensiva e consigo colocar-me no lugar dos outros. Gosto de estar ao lado deles. Liderar é mostrar como se faz, é saber o que custa fazer.
Quantos verdadeiros amigos você acha que tem?
Verdadeiros? Não penso muito sobre isso. As pessoas são para nós o que conseguimos sobre elas na nossa mente. Não há forma de saber realmente o que pensam sobre nós, então resta construir coisas boas, e pensar coisas boas sobre nós. Atraímos aquilo que pensamos, que sentimos. Tenho muitos bons amigos. Felizmente estou rodeada de pessoas de bem.
O que gostava de fazer e não faz para não cair no ridículo?
Faço tudo. Há muito que ultrapassei a questão “ridículo”. Se tenho vontade de fazer é porque não acho ridículo. O que os outros acham não me preocupa minimamente.
Prefere Verão ou Inverno?
Ainda hoje falei disto! Verão pois acho que a minha energia melhora. Adoro sol, esplanada, pôr do sol, amigos, praia e aquela sensação de liberdade das roupas frescas. Mas adoro o Inverno! Bem ao estilo nórdico com mantas, chá e bolachas de canela, lareira acesa e chuva a bater na janela.
Gosta de grandes reuniões familiares? Porquê?
Gosto! Porque tenho 4 filhos e é super interessante ver os pontos de vista deles (os maiores, que o Duarte não opina). Ajuda a perceber os sentimentos dos outros, ajuda a perceber onde podemos melhorar. O diálogo é essencial ao crescimento. E estamos cá para aprender uns com os outros.
Era capaz de viver sem música? Qual o género favorito?
Não. Mas não tenho género preferido! Depende do que estou a fazer! No ginásio ouço música electrónica, na sala do restaurante jazz ou bossa nova, no carro música comercial actual e na cozinha tanto pode ser música tradicional portuguesa como funk! Vai tudo.
Como gostaria de ser recordada?
Como alguém que marcou de alguma forma a vida das pessoas. Foi por isso que fiz a formação de coaching. Para transformar vidas. E acho que é essa a minha maior missão.

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