Entrevista | 02-09-2022 06:59

Sylvie Vieira Matos

Sylvie Vieira Matos

Técnica qualidade / Comercial
30 anos, Frescura Aromática , Lda. – Cartaxo

O que punha a funcionar na sua terra que não existe?
É difícil dizer porque tudo o que é novo no Cartaxo é criticado. Para algumas pessoas nunca nada está bem. Acredito que as mudanças têm de começar pela mentalidade das pessoas. De qualquer modo acho que o mais urgente é arranjar as ruas da cidade porque há muitas bastante degradadas.
Se lhe saísse o Euromilhões qual era a primeira coisa que fazia?
Faria investimentos em imóveis para arrendar. Há que investir, gastar em algo que tenha retornos futuros.
Tem conta em alguma rede social?
Tenho conta no Facebook e Instagram mas já fui mais adepta das redes sociais. Acho que cada vez mais afastam pessoas. Cada vez há mais pessoas incapazes de comunicar “cara a cara“, preferem dizer tudo em mensagens. Como adoro conversar prefiro, sem dúvida, um bom convívio ao vivo do que conversas nas redes sociais.
Conseguia viver sem telemóvel?
Se não tivesse as responsabilidades que tenho no trabalho acho que passaria muito menos tempo com o telemóvel.
Se pudesse encarnar uma personagem por um dia qual escolheria?
Encarnava a Super-Mulher para ter sempre energia e disposição para tudo que o dia-a-dia exige de mim.
Se pudesse ter um super poder qual escolheria?
Gostava de ter um super poder que multiplicasse bens alimentares pelos países sub-desenvolvidos. E entristece-me a discrepância tão acentuada entre riqueza e pobreza dentro de um mesmo país.
Nas férias prefere praia, campo ou neve?
Prefiro praia. Não sou adepta do frio e no campo já trabalho todos os dias. As férias deste ano estão planeadas e o destino é a Ilha da Madeira, terra dos meus pais/avós/tios…
Qual é o seu truque para manter a calma perante um imprevisto?
Tento respirar fundo antes de agir. Sou uma pessoa muito ansiosa e stressada quando confrontada com situações que me saem do controlo. Acho que o segredo é pensar que se não conseguimos mudar a situação já ocorrida devemos pensar na melhor forma de sair dela.
Era capaz de viver sem música?
Não era. Só trabalho com música … cozinho e limpo com música… A música está sempre presente na minha vida como se fosse um combustível.
Existe algum animal que gostasse de ter e não pode?
Adorava ter um cachorrinho até porque espaço não me falta e o meu filho tem vindo a pedir. Não concordo em ter um animal só por ter porque eles necessitam muito de carinho e atenção. Mas está nos meus planos ter.
Do que é que sente mais saudades?
Sendo os meus pais emigrantes, e por ter passado grande parte da infância em França, a maior saudade é da família que ainda lá está.
Os jovens estão motivados para manter as tradições?
Penso que sim. Temos visto, tanto no Cartaxo como em localidades próximas, jovens que se esforçam para manter as festas anuais, por exemplo. E que apostam em eventos que enaltecem a cultura.
Qual foi a melhor viagem (ou passeio) que fez até hoje?
A melhor, apesar de curta, foi no último Natal. Chegámos de surpresa em casa dos meus tios, em França, na véspera de Natal. Além de especial ficará sempre na memória.
Qual é o seu maior defeito?
Ser muito ansiosa. Em vez de viver os momentos estou sempre a pensar no amanhã e acabo por nem desfrutar do agora.
Tem alguma tatuagem ou já pensou em fazer uma?
Tenho duas tatuagens e não devo ficar por aqui. Cada uma tem um significado muito especial.
Já alguma vez foi mandada parar numa Operação Stop? Como reagiu?
Já, sim. Fiquei um pouco apreensiva, mas como “quem não deve não teme” passou. Acho estas operações necessárias principalmente em ocasiões festivas.
Sabe cozinhar? Qual é a sua especialidade?
Não sou a melhor cozinheira, deixo isso para o homem lá de casa . Prefiro apreciar a comida já pronta. A minha especialidade é pão recheado com delícias do mar/maionese/queijo e coentros.
Quando está a almoçar ou a jantar com a família ou amigos e há alguém que passa o tempo a consultar o telemóvel isso incomoda-a?
Eu própria já tive esse mau hábito em adolescente e era sempre repreendida. Hoje que tenho a minha própria família incomoda-me muito. Gosto que a refeição seja um momento de bons diálogos, por mais que sejam sobre coisas banais.

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