Entrevista | 03-10-2022 17:59

Albano Chaves

Albano Chaves. fotoDR

Sócio gerente da Baterias Sobrali, 64 anos
Sobralinho – Alverca

Qual o alimento que não comia nem que lhe pagassem?
Talvez sushi, mas possivelmente provaria sem problema. Provo tudo.
Quem gostava de convidar para lanchar?
O Cristiano Ronaldo, gostava de fazer umas perguntas ao melhor jogador do mundo.
Costuma dar dinheiro a mendigos na rua?
É raro, porque acho que muitos que pedem não precisam. É apenas um mecanismo mais fácil de obter dinheiro.
Nas eleições vale a pena ir votar?
Vale, porque temos oportunidade de escolher e isso só é possível indo votar.
Se lhe saísse o Euromilhões qual era a primeira coisa que fazia?
Não sei responder a isso, mas talvez tentasse ajudar muita gente.
Conseguia viver sem telemóvel?
Não conseguia viver sem telemóvel. É uma ferramenta de trabalho.
Se pudesse ter um super poder qual escolheria?
Poder voar, seria interessante deslocar-me rápido.
Gosta mais do campo ou da cidade?
Do campo, porque é tranquilo e sem stress.
É aficionado?
Sou, gosto de touradas. Moro em Vila Franca de Xira.
Já fez alguma viagem de férias a um país estrangeiro? 
Fui a França, tenho um filho lá e quando nasceu a minha neta fui vê-la.
Era capaz de viver sem música?
Sim, não ouço muito. Nem sequer ligo o rádio do carro.
Já alguma vez teve de mudar um pneu do carro?
Não, nunca mudei nenhum pneu. Vou sempre à oficina.
Lembra-se da última vez que usou a bicicleta como meio de transporte?
Nunca usei a bicicleta como meio de transporte. A última vez que peguei numa foi há 4 ou 5 anos, na praia.
Qual o objecto que nunca fica em casa? 
A carteira. Precisamos dos nossos documentos sempre connosco e de dinheiro também.
Gosta de lareira quando está frio? 
Gosto, sabe bem estar à lareira no Inverno. Sou de Chaves e fui habituado à lareira desde criança.
Ler jornais é saber mais? 
Sim, é saber mais. Deixei de comprar o desportivo e o que vou lendo é O MIRANTE que está sempre na minha secretária.
Do que é que sente mais saudades?
Da amizade e companheirismo que tinha na minha terra.
Quem lhe contava histórias quando era criança? 
Não me lembro de me contarem histórias em criança. Os meus pais trabalhavam de sol a sol para a casa e para os cinco filhos. Os tempos eram outros.
Gosta de grandes reuniões familiares?
Sim, porque estamos com quem mais gostamos e somos cinco irmãos. Por isso com os pais, mulheres e filhos eram sempre reuniões com 20 ou 30 pessoas.
Alguma vez deu sangue? 
Não, nunca calhou e agora com esta idade…
Quais as qualidades que mais aprecia numa pessoa? 
Sinceridade, acima de tudo.
Qual a sua actividade preferida? 
Jogar futebol, mas com o passar dos anos já só vejo jogar.
É capaz de cantar um fado do princípio ao fim?  
Não. Canto mal, mas gosto de ouvir.
O voto devia ser obrigatório?
Sim, para obrigar as pessoas a escolherem em vez de apenas dizerem o que está mal. Muitas pessoas que dizem que isto ou aquilo está mal são as mesmas que não votam.
Quando tem uma dor de cabeça toma imediatamente um comprimido ou espera que passe?
É muito raro tomar comprimidos, mas confesso que por vezes tomo uma aspirina e a dor de cabeça vai embora.
Já visitou algum museu da região?
Sim, o Museu do Ar, em Alverca.
Já foi vítima de alguma burla?
Burla não, no entanto, no meu estabelecimento dois clientes nunca pagaram as baterias que compraram.

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