Foto Galeria | 02-11-2019

Dia de Finados: No Cemitério de Vila Franca de Xira estão sepultados vários ilustres

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Do toureio à literatura há nomes importantes que marcam o espaço.

No cemitério de Vila Franca de Xira estão sepultadas várias figuras ilustres da cultura portuguesa. Um dos mausoléus que se encontra logo ao início é o de José Mestre Baptista, cavaleiro tauromáquico. Apelidado por muitos como louco pelo seu estilo de toureio, foi condecorado pelo então presidente da República, Ramalho Eanes, com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Mestre Baptista viria a falecer de um ataque de asma em 1985 e na sua sepultura escolheu ter como epitáfio um poema de Alexandre Herculano, A Harpa do Crente: “Dormir? Só dorme o frio / Cadáver que não sente / Alma voa e se abriga / Aos pés do Onipotente”.

Junto a Mestre Baptista, encontra-se o mausoléu de José Falcão, toureiro e matador de toiros vila-franquense. Tal como a sua carreira, o monumento de homenagem ao toureiro é imponente e foi idealizado como se de uma praça de toiros se tratasse. José Falcão faleceu aos 31 anos, em Barcelona, depois de ter levado uma cornada de um toiro em praça.

É no meio dos comuns mortais que se encontra o sepulcro de Alves Redol. Está de tal forma misturado que nem o responsável pelo cemitério o encontrava. Embora simples, a sua lápide exibe aquilo que Alves Redol representou enquanto figura incontornável do neo-realismo português. Nascido em Vila Franca de Xira, no ano de 1911, serviu-se do Ribatejo como inspiração para a escrita.

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