Foto Galeria | 12-02-2024

Um passeio de seis quilómetros pela Reserva Natural do Paúl do Boquilobo

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Um passeio de seis quilómetros pela Reserva Natural do Paúl do Boquilobo

Associação “30 por uma linha” e município de Torres Novas promoveram uma caminhada na Reserva Natural do Boquilobo para alertar para a preservação do património no âmbito do Dia Mundial das Zonas Húmidas.

Levar a população a visitar e conhecer a Reserva Natural do Boquilobo tem sido uma das principais preocupações da associação “30 por uma linha”. Filipa Coelho e João Pires, da associação, não têm dúvidas de que só conhecendo a beleza da reserva se consegue ter sensibilidade para garantir a sua preservação e fazer com que os outros também o façam. “Só fazendo as pessoas conhecer, incentivar a visitar a reserva é que é possível fazer com que se preocupem e estejam alerta para a protecção de espaços como estes e que temos o privilégio de ter na nossa região” afirma a O MIRANTE João Pires durante um passeio interpretativo pela reserva organizado em conjunto com o município de Torres Novas.

Cerca de 25 participantes chegaram antes das 10 da manhã ao ponto de encontro. O entusiasmo inicial foi acompanhado da curiosidade e interessente em saber mais sobre uma reserva que tem características única no nosso país. A iniciativa decorreu no âmbito do Dia Mundial das Zonas Húmidas e pretendeu consciencializar a população para habitats e ecossistemas ameaçados ao nível da biodiversidade. O percurso decorreu no único trilho circulável da reserva, num total de seis quilómetros. Com máquinas fotográficas ou binóculos cedidos pela associação, os participantes puderam observar a biodiversidade existente na zona de charco ao longo de todo o percurso, nomeadamente os louva-deus, gansos, e outras aves. O trilho contou com duas paragens em observatórios para poder observar as espécies mais distantes, como foi o caso das garças. Junto à zona de charco foi possível observar as espécies aquáticas e a fauna e flora existentes no local.

João Pires e Filipa Coelho, membros da associação “30 por uma linha”, acreditam que o que tornou a reserva uma zona húmida ameaçada foi o excesso de drenagem de águas para agricultura, o uso exagerado de pesticidas e a existência de espécies invasoras na vegetação e na fauna, como o Ganso do Egipto e os lagostins.

João Lopes, técnico de turismo do município de Torres Novas, acredita que ter na região uma reserva natural como a do Boquilobo é muito enriquecedor para o turismo e que promove o contacto com a natureza e com o património local. Filipa Coelho defende que é essencial para a região do Médio Tejo ter a reserva bem preservada e que deve ser usada de forma consciente para fins turísticos, uma vez que a sobrecarga humana pode prejudicar as espécies.

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