Livros que São Vidas | 17-03-2023 16:01

"Rio, da Glória à PIedade", um livro de crónicas e memórias de homenagem ao Rio de Janeiro

"Rio, da Glória à PIedade", um livro de crónicas e memórias de homenagem ao Rio de Janeiro

Livro editado pela Rosmaninho reúne autores com obra publicada e reconhecida que vai ser lançado dia 27 de março no Rio de Janeiro.

O Restaurante Lamas, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro, vai receber no dia 27 de Março, a partir das 19 horas, o lançamento do livro de crónicas e memórias assinado por um colectivo de autores, na sua totalidade homens de letras com trabalho publicado e reconhecido.
Helio Brasil, Nireu Cavalcanti, Rogério Marques, Gustavo Barbosa, Ivo Korytowski, Suzana Vargas, Joaquim António Emídio, Eliezer Moreira, Eduardo Mondolfo, Alexei Bueno e André Seffrin, são os autores que dão corpo a um livro editado pela Rosmaninho, uma chancela de O MIRANTE, que pretende ser uma homenagem ao Rio de Janeiro.
"Rio, da Glória à Piedade", foi organizado por Helio Brasil e conta ainda com um prefácio de Alexei Bueno, poeta, editor, ensaísta e polemista, que também assinou o texto das badanas. Embora tenha sido impresso no Brasil, o livro vai ter distribuição em Portugal, pela Vasp, no inicio de Maio.

Respigamos passagens do texto das badanas do livro, da autoria de Alexei Bueno, que também assina o prefácio da Obra: “Obra coletiva, Rio, da Glória à Piedade é uma realização de amigos, todos ligados às letras, nascida espontaneamente, em almoços, jantares, tertúlias e conversas, conversas, sobretudo. Seus onze autores, aqui perfilados por ordem de nascimento, cobrem uma razoável faixa etária, que vai da casa dos 90 à dos 50 anos. Se a maioria deles é de cariocas, há no grupo um baiano, um alagoano, dois gaúchos e um português, amante da cidade e editor do volume. Os gêneros também são variáveis, nas crônicas e poemas de Helio Brasil; nos textos de Nireu Cavalcanti, um do grandes conhecedores da história carioca; nas crônicas sobre a vida literária e política de Rogério Marques; no levantamento da vida livreira da cidade por Gustavo Barbosa; nos textos espirituosos e no amoroso poema de Ivo Korytowski; nos marcantes versos cariocas de Suzana Vargas; no relato sentimental das viagens de Joaquim António Emídio ao Rio, especialmente ao bairro da Lapa; nos textos de memórias pessoais e urbanas de Eliezer Moreira; no retrato em prosa da lendária Cinelândia e nas duas sequências poéticas de Eduardo Mondolfo; na suíte de poemas, de épocas diversas, deste que escreve, e cujo caráter parcialmente memorialístico explica o seu título geral; e, finalmente, na valiosa crônica de memórias pessoais e culturais de André Seffrin.”

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