Nacional | 28-02-2026 13:23

Universidades não fecham a porta à IA, mas repensam métodos de avaliação

AI IA inteligencia artificial
foto ilustrativa

Escrever um ensaio ou responder às perguntas de um exame feito em formato digital são exercícios que, na era da IA, passaram a estar à distância de um clique, através de grandes modelos de linguagem (LLM, na sigla em inglês) como o Chat GPT ou o Copilot, de acesso aberto.

O uso generalizado da inteligência artificial (IA) está a obrigar muitas universidades a repensar como avaliam os alunos, mas sem fechar a porta a uma tecnologia que já é parte integrante de várias áreas profissionais.

Escrever um ensaio ou responder às perguntas de um exame feito em formato digital são exercícios que, na era da IA, passaram a estar à distância de um clique, através de grandes modelos de linguagem (LLM, na sigla em inglês) como o Chat GPT ou o Copilot, de acesso aberto.

Esta nova realidade está a levar as instituições de ensino superior a repensar a avaliação dos estudantes, num esforço de contornar uma ferramenta que, estando já muito presente também no mercado de trabalho, não podem ignorar.

“No início dos LLM até permitia que os alunos utilizassem no exame final, mas nessa altura os modelos ainda tinham muitos erros. Quando percebi que podem resolver vários exercícios que exigiam pensamento crítico dos alunos, proibi”, contou à Lusa um professor da NOVA School of Business and Economics (NOVA SBE).

Naquela escola da Universidade Nova de Lisboa, os docentes estão conscientes de que, com o acesso generalizado à IA, os alunos podem chegar ao fim do percurso académico sem cumprir os objetivos de aprendizagem, mas reconhecem que essa é uma ferramenta que também estará presente na vida profissional.

Mais Notícias

    A carregar...
    Logo: Mirante TV
    mais vídeos
    mais fotogalerias