Associação Ocean Alive pede valorização das pradarias marinhas
A propósito do Dia Mundial das Ervas Marinhas, que hoje se assinala, a organização focada no estuário do rio Sado afirma que só um equilíbrio ecológico e económico dos territórios “sustentará a biodiversidade, a pesca e a proteção das zonas costeiras.”
A organização não-governamental Ocean Alive defendeu hoje a necessidade de uma “abordagem integrada” na recuperação dos habitats marinhos e estuarinos e pediu a valorização das pradarias marinhas.
A propósito do Dia Mundial das Ervas Marinhas, que hoje se assinala, a organização focada no estuário do rio Sado afirma que só um equilíbrio ecológico e económico dos territórios “sustentará a biodiversidade, a pesca e a proteção das zonas costeiras.”
Em comunicado, pede também a adoção de “medidas transformadoras” que conciliem a conservação da natureza com as atividades humanas, ação climática e futuro das comunidades costeiras.
A Ocean Alive, que trabalha há mais de uma década o estuário do Sado com comunidades piscatórias, escolas, investigadores e decisores, diz que uma “visão integrada” tem contribuído para um maior reconhecimento da importância das florestas marinhas nas políticas públicas.
A organização sublinha a inclusão das pradarias marinhas e dos sapais na Lei do Clima como sumidouros naturais de carbono, e acrescenta que o recente programa Floresta Azul, criado pelos ministérios do Ambiente e da Agricultura, “veio reforçar a relevância do mapeamento, restauro e conservação destes sistemas costeiros, abrindo novas perspetivas de financiamento e atuação à escala nacional”.


