Opinião | 15-02-2021 10:22

Voltei à secretária: outra vez o ensino à distância

Um artigo de João Loureiro, aluno do ensino secundário em Alverca, que conta como está a viver a experiência do ensino à distância.

O E&D (tantas vezes chamado de #EstudoEmCasa ou telescola, mas que na verdade significa Ensino à Distância) está de volta e eu, como aluno do secundário, já tenho um parecer desta nova vida que ainda perdurará por mais um tempo, ao que parece.

Primeiramente, dizer que eu considero este modelo de ensino bastante interessante e promissor. Em poucos meses, conseguimos evoluir, a meu ver, na forma como os conteúdos são lecionados e os exercícios são feitos e até na própria avaliação dos alunos. Caso não vivêssemos numa lógica de pensar a curto prazo, talvez este modo fosse implementado numa reforma do ensino há muito necessária.

Depois, também tenciono salientar que as aulas (pelo menos na minha escola) estão divididas em blocos de 45 minutos com os professores e mais 45 minutos individualmente. Isto permite, por um lado, aulas com uma maior concentração e foco dos alunos, mas também uma maior autonomia dos mesmos. Nas aulas online é exigida, de forma mais séria e recorrente do que na escola, a participação oral o que favorece alunos tímidos como eu, mas que normalmente sabem as repostas.

Claro que “nem tudo são rosas”, e por isso este modelo permite uma maior flexibilidade (ou como muitos dizem relaxamento) dos alunos, bem como promove uma maior dificuldade em visualizar conteúdos mais práticos.

Assim, o Ensino à Distância é uma solução estável em alternância ao presencial, a considerar para o futuro (como complemento, claro) e é de salientar as melhorias que existiram e que são de louvar. No meu caso não me prejudicou assim tanto como seria de esperar. Bom, tenho de voltar ao Zoom, até uma próxima!

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