Opinião | 16-12-2022 07:00

Detesto jogos de selecções

A FIFA e a UEFA ( : ) são organizações mafiosas e corruptas, constituídas por uma rede de burocratas que usa a paixão dos povos pelo futebol para enriquecer, servindo de lavagem de dinheiro não só dos estados párias, dos oligarcas corruptos e das monarquias do petróleo e gás como também do dinheiro proveniente do tráfico de droga, do tráfico de armas e das demais redes de criminalidade internacional.

Neste Campeonato do Mundo de Futebol, como quase sempre acontece neste tipo de provas, está a triunfar, mais uma vez, o modelo de jogo de Simeoni e graças ao qual Portugal e a Grécia foram campeãs da Europa. Com efeito, os jogos a eliminar favorecem sempre as equipas que arriscam menos, que jogam mais fechadas e que exploram o contra-ataque. Esta é uma das razões por que detesto o Mundial.
A outra razão é por que exacerba um nacionalismo doentio que rivaliza com o fanatismo religioso na responsabilidade pelas grandes desgraças da história da humanidade.
Além disso, os jogos de futebol deviam ser organizados pelos clubes. A FIFA e a UEFA, como tão bem ficou demonstrado pela atribuição do Mundial ao Qatar, são organizações mafiosas e corruptas, constituídas por uma rede de burocratas que usa a paixão dos povos pelo futebol para enriquecer, servindo de lavagem de dinheiro não só dos estados párias, dos oligarcas corruptos e das monarquias do petróleo e gás como também do dinheiro proveniente do tráfico de droga, do tráfico de armas e das demais redes de criminalidade internacional.
Acabar com a FIFA e a UEFA era um passo fundamental para a higienização do futebol, da Europa e do Mundo.
Uma nota final sobre essa estranha forma de ser português. No final do jogo de Portugal - Marrocos, quer jogadores da selecção portuguesa, quer a comunicação social, quer muitos dos comentadores das redes sociais, consideraram que um árbitro argentino não devia arbitrar um jogo da selecção portuguesa, uma vez que a selecção Argentina ainda estava em prova.
Acontece que, em Portugal, sucede muito pior do que isso. Árbitros adeptos confessos e conhecidos do Benfica, Sporting e Porto arbitram jogos destes três clubes ou jogos cujo resultado interessa ao seu clube do coração sem que ninguém se queixe, denuncie a situação e os impeça de arbitrar estes jogos. Isto tem um nome. Chama-se hipocrisia.

Santana-Maia Leonardo

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