Política | 01-12-2022 15:00

Azambuja aprova orçamento de 24,8 milhões de euros para 2023

Presidente do município, Silvino Lúcio fez saber que a autarquia já recebeu duas propostas de seguradoras

Orçamento municipal cresce 4,6 milhões de euros face ao aprovado no ano transacto.

A Câmara de Azambuja aprovou, na reunião do executivo de 29 de Novembro, o orçamento para 2023, no valor de 24,8 milhões de euros, tendo como prioridades as áreas da Educação, Modernização e Reorganização dos Serviços e Ambiente.

O documento, que contempla a proposta de orçamento para 2023, com um aumento de 4,6 milhões de euros face ao ano passado, e as Grandes Opções do Plano (2023-2027) foi aprovada, por maioria, com os votos favoráveis dos eleitos do PS (três) e da CDU (um) e três votos contra do PSD (dois) e do Chega.

Apesar deste aumento, durante a apresentação do documento, o presidente do município, Silvino Lúcio (PS), explicou que a elaboração do orçamento foi condicionada pelo contexto de crise e inflação, devido à guerra na Ucrânia. “Houve dificuldade na construção deste orçamento e acabamos por ter uma diferença na ordem dos 10 milhões de euros relativamente àquilo que foi apresentado em reuniões prévias”, ressalvou, justificando a diferença com a necessidade de equilibrar o valor das despesas com a da receita.

À semelhança de anos anteriores, a maior fatia do orçamento será destinada à área da Educação (17,9%), seguindo-se a Modernização e Reorganização dos Serviços (17,3%), Ambiente e Saneamento (15,9%) e Urbanismo e Habitação (11,9%).

A discussão do orçamento foi marcada por muitas críticas da oposição, nomeadamente dos vereadores do PSD, Rui Corça e José Paulo Preira, que viriam a votar contra a proposta, acusando a liderança do executivo de não ter apresentado os documentos atempadamente. “Os vereadores do PSD votarão contra não pela análise profunda dos documentos em discussão, que nos foi negada, mas pelo direito à indignação que todo este processo nos merece”, justificou o eleito social-democrata José Paulo Pereira.

Por sua vez a vereadora do Chega, Inês Louro, justificou o chumbo do documento considerando que “não defende as pessoas, não tem estratégia, nem é enriquecedor”.

A proposta de orçamento terá ainda que ser apreciada e votada em sessão de Assembleia Municipal de Santarém.

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