Política | 26-01-2024 10:00

Pedro Mendonça é o cabeça de lista do Livre por Santarém

Partido Livre concorre pelo círculo de Santarém focado em questões como a mobilidade e coesão territorial, o estado do SNS ou a poluição no Tejo e seus afluentes.

O partido Livre vai concorrer às próximas eleições legislativas pelo círculo de Santarém com uma lista encabeçada por Pedro Mendonça e Natércia Rodrigues Lopes. A entrega da lista no Tribunal de Santarém aconteceu na manhã de quinta-feira, 25 de Janeiro. Um momento simbólico que o partido diz marcar o início do que vai ser uma campanha intensa e determinada na defesa do futuro assente no estado social e na igualdade.

Pedro Mendonça, de 51 anos, reside no Cartaxo, onde já foi autarca. Formado em Relações Internacionais, trabalhou no Teatro da Trindade, foi director artístico do Centro Cultural do Cartaxo, e assessor do Diretor do Teatro Nacional D. Maria II. É coordenador da comunicação da Fundação INATEL, onde actualmente supervisiona a área da Cultura no distrito de Santarém. Faz também assessoria política e de imprensa ao deputado Rui Tavares no gabinete parlamentar do Livre.

Natércia Rodrigues Lopes, de 31 anos, é natural de Tomar, reside no Entroncamento e é investigadora no Instituto Superior Técnico, em Lisboa. Formou-se em química pela Universidade de Leicester, no Reino Unido, país onde completou também o seu doutoramento em química-física pela Universidade de Warwick, em 2018.

“Esta é uma candidatura que vem dar centralidade à mobilidade e à coesão territorial, nomeadamente no que à ferrovia diz respeito. A criação do Passe Nacional Ferroviário, conquista do Livre na Assembleia da República, é prova da importância do Livre para a defesa de soluções de mobilidade assentes na descentralização e no desenvolvimento sustentável”, refere a candidatura do Livre.

O partido afirma-se também atento à frágil situação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), defendendo que é preciso restabelecer o pleno funcionamento dos serviços existentes em todo o distrito e defende a criação de uma rede de apoio e cuidados especializados que faça frente à actual crise de saúde mental. Problemas como a persistente poluição no rio Tejo e seus afluentes ou as falhas na rede de saneamento básico em muitos municípios são outras questões apontadas que, para o Livre, demonstram a importância de apostar na reciclagem e reutilização de águas residuais no distrito.

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