Política | 19-01-2026 12:16
Distrito de Santarém continua a ser espelho do país nas presidenciais
foto ilustrativa
Estudo de dados revela que distrito é um fiel reflexo da votação global.
O distrito de Santarém manteve a tradição de ser um espelho do país em eleições presidenciais, com um padrão de voto semelhante ao resultado nacional, incluindo a vitória de António José Seguro.
A Pordata, base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, reuniu dados que ajudam a retratar a evolução histórica das eleições presidenciais em Portugal e revelou ter descoberto que este distrito era um fiel reflexo da votação global.
Nas 10 eleições presidenciais ocorridas entre 1976 e 2021, o desvio de votos, em percentagem, de qualquer candidato, foi sempre inferior a cinco pontos percentuais naquele distrito, e o sufrágio destas presidenciais não foi excepção.
O socialista António José Seguro foi o candidato mais votado no distrito de Santarém, com 28,58% dos votos. Na votação global, quando faltavam apurar apenas 12 consulados e estava fechada a contagem a nível nacional, obteve 31,14 %.
No distrito de Santarém, o líder do Chega, André Ventura, foi segundo, com 28,04%, e o terceiro foi João Cotrim Figueiredo, o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal, com 14,70% dos votos, uns números que comparam, respectivamente, com 23,48% e 15,99% a nível global.
A ordem de votação dos 11 candidatos foi igual à nacional, com Henrique Gouveia e Melo (13,32%) em quarto, Luís Marques Mendes (9,60%), o candidato apoiado pelos partidos do Governo (PSD e CDS-PP), em quinto e Catarina Martins (1,83%) em sexto.
Depois ficou o candidato apoiado pelo PCP, António Filipe (1,81%), seguindo-o músico Manuel João Vieira (1,29%) e Jorge Pinto, do Livre (0,59%). O sindicalista André Pestana recolheu 0,19% dos votos e o pintor Humberto Correia 0,07%.
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