Política | 28-03-2026 20:04

Nova Geração muda sentido de voto e viabiliza orçamento da Póvoa e Forte da Casa

Nova Geração muda sentido de voto e viabiliza orçamento da Póvoa e Forte da Casa

Após chumbo inicial, orçamento para 2026 foi viabilizado com mudanças nas contas. Coligação Nova Geração (PSD/IL) votou a favor numa assembleia extraordinária marcada por três intervalos, ausências de eleitos e chumbo de novos nomes para o executivo.

Foi aprovado, à segunda tentativa, o orçamento para 2026 da União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. O documento, desta vez, teve luz verde da Coligação Nova Geração (PSD/IL), que elegeu o presidente António José Inácio e que tinha votado contra o documento da primeira vez que foi à assembleia de freguesia, em Dezembro de 2025. Na reunião extraordinária da assembleia de freguesia, que decorreu na sexta-feira, 27 de Março, Bruno Marquitos, da coligação, justificou os votos favoráveis da sua bancada com a revisão da estimativa da receita do orçamento, o decréscimo na despesa com pessoal, incluindo na componente associada a remunerações dos membros do executivo e a processos de recrutamento, e o reforço do Plano Plurianual de Investimentos.
O documento teve ainda votos a favor do Chega e mereceu votos contra dos eleitos do PS, Livre e CDU.
A reunião ficou marcada pela ausência da presidente da mesa da assembleia de freguesia, Luísa Santos, e de um secretário, eleitos pela Coligação Nova Geração. A reunião foi conduzida por um secretário do Chega e, posteriormente, por apenas um secretário da Nova Geração, que saiu da sua bancada da assembleia.
Um dos pontos na ordem de trabalhos foi ainda a renúncia ao executivo de Maria João Marques e Bruno Marquitos, da Nova Geração, que voltaram a sentar-se na respectiva bancada. Para os substituir, apenas António José Inácio propôs os nomes de Patrícia Fernandes e Célia Nota, que integram a bancada da Nova Geração e fizeram parte do movimento independente de António Inácio (AIPMF) no mandato passado. Quando os nomes foram a votos, acabaram recusados. O executivo é agora composto pelo presidente António José Inácio, que está no cargo a meio tempo, assim como Rosa Barral, ambos eleitos pela Nova Geração. Foi aprovado, na mesma assembleia, o nome de Júlio Runa, do Chega, para exercer funções a meio tempo. Amadeu Pinto, da coligação, e Guilherme Medeiros, do Chega, não têm tempos atribuídos.
Notícia completa para ler na edição impressa de O MIRANTE

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