Política | 12-04-2026 18:00

Oposição alerta para falta de pessoal na União de Freguesias de Póvoa e Forte da Casa

Oposição alerta para falta de pessoal na União de Freguesias de Póvoa e Forte da Casa
Eleitos da oposição na Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa defendem contratação de novos funcionários  - foto O MIRANTE

Assembleia de Freguesia da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa aprovou o mapa de pessoal para 2026, fixando 71 trabalhadores. A oposição alertou para a falta de recursos humanos e defendeu novas contratações. Já o executivo garante que é possível responder às necessidades com os meios actuais.

A Assembleia de Freguesia da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa aprovou o mapa de pessoal para 2026. A união de freguesias conta este ano com 71 trabalhadores, sendo que dois funcionários pediram mobilidade e um estará ausente durante um ano por ter solicitado licença sem vencimento.
Marco Santos, da CDU, alertou para a necessidade de a junta contratar mais assistentes operacionais, considerando que a abertura de concurso para três funcionários não é suficiente para colmatar as faltas. “Já no passado tínhamos visto que a junta precisava de 85 trabalhadores. Agora alguns vão-se reformar e não são substituídos. Sugiro revisão orçamental e abertura de novo concurso”, afirmou o eleito na reunião extraordinária da assembleia de freguesia. O presidente da junta, António José Inácio (Coligação Nova Geração), defendeu que, com o actual número de funcionários, é possível fazer mais e melhor, mesmo assumindo novas competências delegadas pela Câmara de Vila Franca de Xira, contando também com trabalhadores provenientes do IEFP. A proposta foi aprovada com oito abstenções do Livre, CDU e PS e 11 votos a favor do Chega e Nova Geração.

Descidas na Tabela de Taxas e Licenças
A Tabela de Taxas e Licenças também foi aprovada, com alterações. A licença de canídeos desceu de 14,50 euros para 10 euros, e os feirantes do Mercado do Forte da Casa vão pagar menos do que os da Póvoa de Santa Iria, tendo em conta o estado degradado do edifício e as obras prometidas pela câmara há mais de um ano, numa tentativa de atrair mais comerciantes.
António José Inácio explicou, após questões levantadas pela CDU e PS, que irá reunir com a câmara com vista à reabilitação do Mercado do Forte da Casa, recordando que os feirantes continuam sem máquina de gelo e com problemas eléctricos. “Nunca ninguém pagou luz neste mercado e havemos de trazer aqui os custos que isso teve ao longo dos anos”, afirmou. A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do Chega e Nova Geração e os votos contra do PS, CDU e Livre.

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