Política | 14-04-2026 21:00

Tomar nomeou 17 chefias na nova orgânica e faltam definir outras 20

Tomar nomeou 17 chefias na nova orgânica e faltam definir outras 20

Reorganização dos serviços municipais continua a gerar debate político, com o PS a manter críticas ao aumento de cargos e aos custos associados à nova estrutura.

A reorganização dos serviços municipais de Tomar continua a avançar, tendo já sido integradas 17 chefias no âmbito da nova estrutura orgânica, enquanto permanecem por preencher outras 20. O tema voltou a ser discutido em reunião de câmara, depois de o vereador socialista Hugo Cristóvão, que votou contra a reestruturação aprovada a 9 de Março, ter desejado bom trabalho aos responsáveis já nomeados e afirmado aguardar pela definição dos restantes lugares. O vereador recordou que a nova estrutura entrou em vigor a 19 de Março e que, nessa data, as chefias anteriores cessaram funções, situação que, no entendimento do PS, deixou alguns sectores temporariamente sem responsável. A observação serviu para voltar a sublinhar as reservas que os socialistas têm mantido em relação ao novo modelo organizativo da autarquia.
O presidente da câmara, Tiago Carrão, garantiu que os serviços municipais não ficaram com falhas de coordenação e assegurou que o impacto financeiro directo da nova estrutura se fixa nos 30 mil euros. O autarca admitiu, ainda assim, que a orgânica poderá vir a sofrer ajustamentos futuros, à medida que o talento interno for evoluindo e as necessidades do município se forem alterando. Recorde-se que, tal como O MIRANTE noticiou, a reestruturação dos serviços municipais de Tomar foi aprovada na reunião de câmara de 9 de Março com recurso ao voto de qualidade do presidente, perante a oposição do PS. Na altura, os socialistas criticaram o aumento do número de chefias, que passa de 15 para 37, e alertaram para um custo anual superior a um milhão de euros para o município.

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