Golegã quer entrar no mapa dos territórios de baixa densidade para ter acesso a mais fundos
A vereadora da Câmara da Golegã, Ana Caixinha (PS), defende que o concelho deve ser considerado como território de baixa densidade para ter acesso a mais fundos e benefícios fiscais.
A vereadora da Câmara da Golegã, Ana Caixinha (PS), defende que o concelho deve ser considerado como território de baixa densidade para ter acesso a mais fundos e benefícios fiscais. E relembra que desde 2017 que não mudam os critérios que consideram alguns territórios do país de baixa densidade populacional. Desde aí, segundo a vereadora socialista, foram criados vários benefícios para esses territórios, no entanto, nenhuma alteração veio mexer no mapa territorial. Algo que mudou dia 13 de Agosto, quando o governo ordenou uma revisão global do mapa e dos critérios da baixa densidade em Portugal. Na opinião da vereadora esta mudança representa uma oportunidade para uma mudança que seria fundamental para o concelho.
A proposta da vereadora da oposição, com a qual o presidente da autarquia, António Carlos da Costa Camilo, concorda, é de efetuar alguns contactos urgentes, nomeadamente com a Associação Nacional de Municípios Portugueses e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, para conseguirem que o concelho da Golegã entre no caderno de encargos da revisão que o Governo encomendou. E sugeriu que os contactos sejam feitos com a Associação Nacional de Municípios Portugueses.
O setor agroequestre tem um grande peso económico, o que teve muito peso no preenchimento destes critérios, mas a autarca aponta que em contrapartida as freguesias do Pombalinho e da Azinhaga têm uma população muito envelhecida. Na decisão, segundo Ana Caixinha estes critérios deveriam ser integrados na decisão e o município deveria certificar-se que isso acontece. O envelhecimento da população é também algo que marcou os últimos anos do concelho da Golegã e a vereadora defende que deveria ser tido em conta.


