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Tarifa do lixo aumenta em Santarém

Os organismos do Estado e os estabelecimentos de comércio e de indústria instalados no concelho de Santarém vão sofrer um aumento acentuado da tarifa de resíduos sólidos. Actualmente, essas entidades estão a pagar uma tarifa mensal de 2,75 euros, que vai passar para 15 euros, no caso das repartições e serviços estatais, e para 7,5 euros no caso do comércio e indústria.

Edição de 18.06.2003 | Sociedade
Esta actualização vem dar resposta às directivas impostas pelo Governo, que impõe que os serviços prestados pelas autarquias na área do tratamento de resíduos sólidos sejam suportados pela comunidade. Actualmente, a maior parte das autarquias tem um débito elevado nessa área.O novo tarifário não vai abranger os munícipes em nome individual, que continuarão a pagar a tarifa de resíduos sólidos indexada ao consumo de água. Mas em contrapartida estipula que os organismos com uma produção de lixo superior a 1100 litros diários paguem 60 euros mensais por cada contentor de lixo em funções.Esta é também uma forma de a autarquia encaixar mais alguns milhares de euros e de actualizar a frota de recolha de lixo, que se encontra bastante envelhecida.A Câmara de Santarém despejou em 2002 no aterro intermunicipal da Carregueira 25,8 mil toneladas de resíduos, pagando por esse serviço 591 mil euros (quase 120 mil contos). A essa despesa somam-se a quotização na Resitejo (30 mil euros) e o pagamento de serviços privados na área da recolha e transporte de lixo e fornecimento e manutenção de contentores em 24 freguesias do concelho (350 mil euros/ano).

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