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Já se joga no sintético do Ouriquense

Obras no campo Ribeiro Ferreira foram inauguradas este domingo

Custou mas foi. O tão falado relvado sintético do Estrela Ouriquense foi inaugurado este domingo, juntamente com a bancada e os balneários. A festa juntou algumas centenas de ouriquenses, sobretudo jovens, que deram um colorido especial à festa que durou toda a tarde.

Edição de 06.09.2006 | Desporto
Três anos depois do início das obras, o Estrela Ouriquense inaugurou finalmente o relvado sintético, a nova bancada coberta e os balneários do que a partir de agora se passa a chamar Complexo Desportivo Ribeiro Ferreira, em Vila Chã de Ourique.A cerimónia deste domingo foi o ponto final num emaranhado de avanços, atrasos e recuos, que muita tinta fizeram correr, sobretudo no que diz respeito ao relvado sintético, cujo atraso nas obras obrigou a que o clube andasse dois anos com a casa às costas, a jogar em Valada e no Estádio Municipal do Cartaxo.As várias centenas de pessoas que assistiram à cerimónia, com uma grande predominância de gente jovem, puderam visitar todo o complexo ainda a cheirar a novo, do relvado à arrecadação, passando pelos balneários e bancada coberta com cadeiras coloridas com as cores do clube.Embora o valor exacto das obras não esteja ainda apurado, o presidente do Estrela Ouriquense, Carlos Albuquerque, diz que deverá rondar o milhão de euros. Falta ainda terminar alguns arranjos exteriores e concluir a parte dos serviços administrativos que ficam na bancada, bem como o ginásio, que também ainda não está finalizado.Para o futuro está prevista a construção de um pavilhão junto ao campo. A obra será da competência da Junta de Freguesia de Vila Chã de Ourique e da Câmara Municipal do Cartaxo, mas ficará integrada no complexo Ribeiro Ferreira.Em declarações a O MIRANTE, o presidente da Junta de Vila Chã de Ourique, Luís Nepomuceno, mostrou-se confiante que a obra poderá arrancar em 2008 para que o pavilhão esteja pronto em 2009 ou 2010.Para o autarca a conclusão das obras do estádio é quase um sonho que finalmente teve um “final” feliz. “Esta obra para mim só ficará pronta no dia em que se inaugurar o pavilhão polidesportivo. Foi um processo difícil mas acreditei sempre que se ia concretizar mais ano menos ano”, afirmou o autarca.Em seu entender, a consolidação do complexo desportivo é fundamental não só para o clube mas para toda a população, nomeadamente a escolar que não tem outro local na freguesia onde praticar desporto. “O desporto não é só bola e naquele pavilhão poderemos desenvolver outras modalidades porque há jovens interessados”, remata.Visivelmente satisfeito estava também o presidente da Câmara do Cartaxo, que chegou a ser alvo de várias críticas dado o arrastamento do processo de construção do sintético, com atrasos na programação da obra e na definição da forma de realizar o concurso público. “O importante é que as obras estão ai e estão ao serviço da população”, desdramatizou.Paulo Caldas lembra que em breve será inaugurado também o sintético de Pontével e prometeu que em breve também será construído um sintético para o Sport Lisboa e Cartaxo. “O desenvolvimento está a ser partilhado por todas as freguesias e este é um sinal importante que quisemos dar”, afirmou, recordando que desde 2001 já foram investidos cerca de quatro milhões de euros nas freguesias.

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