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Uma associação que vive quase sem dinheiro

Edição de 06.09.2006 | Entrevista
O dinamismo e a tenacidade de Manuela Azevedo ajudaram a mudar a paisagem urbana de Constância. A construção da Casa Memória de Camões, assente nas ruínas da casa onde o poeta terá vivido, é uma obra por acabar mas que merece o olhar atento dos apreciadores de arquitectura. As linhas arrojadas chocam com as do casario tradicional da vila e na altura da construção foram objecto de polémica.O Jardim-Horto de Camões, perto da confluência dos rios Tejo e Zêzere e junto à estátua do poeta, é um espaço agradável onde podem ser vistos exemplares da flora descrita pelo autor de “Os Lusíadas” na sua obra. Essas são as duas obras marcantes da Associação Casa Memória de Camões em Constância, que contaram com importantes apoios mecenáticos, autárquicos e estatais. Sem esse suporte seria impossível concretizar esses objectivos, já que a associação tem pouco mais de vinte sócios que pagam uma quota anual simbólica. E as receitas das entradas no Jardim-Horto, um euro por visitante, também não proporcionam grandes cometimentos. O espaço é visitado sobretudo por escolas e já serviu para acolher sessões do Fórum Internacional de Estudos Camonianos.

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