
Pelo peixe morre a boca
O presidente da Junta de Freguesia de Azoia de Cima, Luís Mena Esteves (PS), justificou com a lógica cartesiana o facto de não ter abandonado a sala de sessões da assembleia municipal durante a discussão do orçamento da Câmara de Santarém, como fez parte da sua bancada. “Eu penso logo existo”, disse no início da sua intervenção. O pior foi depois, quando dirigindo-se à bancada do PSD, atirou com um surrealista “pelo peixe morre a boca” que motivou gargalhadas na plateia. Esses provérbios andam a precisar de revisão…

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