
Em dia de festa nos Bombeiros Voluntários de Azambuja
Em dia de festa nos Bombeiros Voluntários de Azambuja retiram-se do armário as fardas de cerimónia. Azul escuro para a bombeira de terceira classe. Iva Silva, 22 anos, já leva nove anos de dedicação aos soldados da paz. Primeiro como voluntária. Há um ano e meio também como profissional. Deixou um emprego como operária na empresa Siva, em Azambuja, para se dedicar de corpo e alma à causa dos bombeiros. A mãe assustou-se quando a filha quis seguir a profissão. O pai protestou. A paixão acabou por dissuadir as críticas. Não tem bombeiros na família, mas gostava de ver o filho, de três anos, seguir a carreira nos bombeiros. A sua vida confunde-se com a sua missão de salvar vidas. Em inundações, incêndios ou acidentes. Têm que estar preparados para tudo, diz evocando o comandante. É um dos elementos do Grupo de Primeira Intervenção. Talvez por isso a mãe estagiária Patrícia Bronze, 31 anos, e as duas infantes Bruna Isabel e Beatriz Bronze, 12 e nove anos, em tons de vermelho, olhem com admiração a mulher de azul. Há um percurso longo a fazer para fazer cumprir o lema: “ajudar para um dia ser ajudada”.Ana Santiago

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