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STAL acusa Joaquim Ramos de falta de abertura ao diálogo

Edição de 01.10.2009 | Sociedade
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) acusou segunda-feira, 28 de Setembro, o presidente da Câmara Municipal da Azambuja, Joaquim Ramos, de “falta de abertura para o diálogo”. Diversos elementos do sindicato deslocaram-se à última assembleia Municipal de Azambuja para acusar Joaquim Ramos de “desrespeito para com os representantes dos trabalhadores” e para exigir uma reunião com o presidente. “Queremos que o município reconheça o direito de progressão na carreira aos seus trabalhadores, uma mudança no seu nível remuneratório e o direito à promoção, classificação de serviço e a um contrato individual de trabalho. Desde Janeiro que o sindicato anda a enviar ofícios a solicitar uma reunião e é uma falta de respeito que o senhor presidente ainda não tenha dado resposta”, acusou José Romaneiro, do STAL. O presidente da autarquia respondeu que a competência ao nível do pessoal está entregue ao vereador José Manuel Pratas e que, segundo a delegação de competências prevista na lei, “isso seria passar por cima das competências do vereador, que é algo que não farei”, assegurou Joaquim Ramos. “O STAL tem atribuições que respeitamos e agimos em conformidade”, assegurou o edil, reforçando que a autarquia aplicou o sistema de avaliação e desempenho (SIADAP) em tempo útil, reclassificou os cargos de todos os funcionários e abriu concursos “para todos os que estivessem em posição de concorrer”.

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