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Abatimentos no parque de estacionamento do Centro Cultural do Bom Sucesso preocupam moradores

Abatimentos no parque de estacionamento do Centro Cultural do Bom Sucesso preocupam moradores

Edição de 28.07.2010 | O Mirante dos Leitores
1.O parque de estacionamento não foi construído pelo empreiteiro que construiu o Centro Cultural do Bom Sucesso, logo, O MIRANTE volta a fazer acusações infundadas e a levar aos seus leitores informação incorrecta, como já o fez por diversas vezes desde o início da obra.2. O parque de estacionamento está construído sobre mais de 12 metros de aterro de materiais diversos, sendo que na parte mais profunda este aterro é atravessado por linhas de água subterrâneas. É de todo provável que ocorram abatimentos, uma vez que o material de aterro vai compactando naturalmente pela acção do tempo, da água e das cargas a que está sujeito.3- As obras urgentes que têm sido noticiadas, passam aos leitores um informação de leigo. Não existe qualquer abatimento de piso, porque se tal existisse, era o colapso do centro e uma revolução na história dos materiais, porque era o abatimento de cerca de um piso com 1metro de espessura, feito em betão armado assente sobre rocha. O aspecto irregular do pavimento é característico do tipo de material e acabamento previsto, devido aos condicionalismos do modo de execução.4- Sendo uma obra de grande complexidade técnica, a solução arquitectónica, de si bastante elaborada e meritória, foi a opção pelo acabamento em betão à vista, com qualidade muito acima das construções correntes. A fendilhação que pontualmente aparece, espalhada por milhares de metros quadrados de betão aparente deve-se, essencialmente, a retracção do material, e não constitui qualquer risco estrutural para o edifício.5. Sendo o edifício maioritariamente feito de betão, a sua construção implica doses enormes de água inerente ao próprio material. A água de construção vai evaporando dos edifícios ao longo de anos. ANOS! O CCBSA tem as paredes de betão seladas por pintura hidrofuga. O pavimento está selado por pintura epóxy. As zonas mais vulneráveis , por onde a água pode sair são as paredes de alvenaria. Esta situação tem sido acompanhada devidamente .6. Como técnica envolvida na construção, indignam-me notícias especulativas avulsas, que pecam pela falta de rigor e de investigação.Margarida Ruivaco
Abatimentos no parque de estacionamento do Centro Cultural do Bom Sucesso preocupam moradores

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