Edição de 2012.02.02
Entrevista

Acesso aos fundos comunitários foi tão burocratizado que quem quer candidatar-se tem que consultar 70 regulamentos
Chama-se António Torres e é director executivo da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo. Tem uma postura discreta e uma figura franzina mas tem poder e está de pedra e cal na organização. Em 2006 o presidente da Câmara de Santarém, no auge da guerra que levaria à constituição de três empresas de águas em vez da única que estava prevista, escolheu-o como alvo a abater e falhou redondamente. Defende a transferência de competências da administração central para a CIMLT. Acusa os responsáveis pelo actual Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) de terem ligado o “complicómetro”.
Entrevista | 01-02-2012
