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Câmara quer saber que resíduos vão ser depositados na Quinta da Queijeira

Edição de 26.09.2012 | Sociedade
A Câmara Municipal da Azambuja vai solicitar, à empresa interessada em explorar o aterro da Quinta da Queijeira, que informe sobre o tipo de resíduos que está a pensar colocar no local. Até que a empresa interessada - a SUMA, Serviços Urbanos e Meio Ambiente - responda, o processo vai ficar suspenso, garantiu o presidente da câmara, Joaquim Ramos (PS) na última assembleia municipal, realizada na noite de 19 de Setembro.“Já requeremos à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional a suspensão de todo o processo até recebermos respostas e as analisarmos”, informou o autarca.A medida não foi suficiente para convencer alguns deputados da importância daquele espaço. “O início é sempre com resíduos não perigosos mas o fim será outro. Os socialistas devem um pedido de desculpas à população da Azambuja por não terem exigido a requalificação daquele espaço”, defendeu Daniel Claro do Bloco de Esquerda.O aterro para resíduos industriais não perigosos, previsto para a Quinta da Queijeira situa-se na zona da antiga exploração de areia da empresa Zubareia, que abriu falência em 2008 e não completou a requalificação paisagística e ambiental a que estava obrigada por lei. Vai ficar a apenas 300 metros das habitações da urbanização da Quinta da Marquesa e terá uma área disponível de 25 hectares. Numa primeira fase de exploração - que tem duração prevista de 5 anos - deverá receber 25 mil toneladas de resíduos não perigosos provenientes de explorações industriais.

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