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Petição pública contra novo mapa judiciário reuniu cerca de seis mil assinaturas

Edição de 08.10.2014 | Sociedade
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) já entregou na Assembleia da República a petição pública, com cerca de seis mil assinaturas, contra a reforma do mapa judiciário implementada recentemente pelo Governo. A revelação foi feita pela presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque (PS), que também preside a CIMT, durante a última sessão da assembleia municipal. “A petição foi entregue na terça-feira, 23 de Setembro, na pessoa do seu vice-presidente e pedimos também uma reunião à Comissão de Justiça e aos vários grupos parlamentares para podermos mostrar o nosso descontentamento em relação a este mapa judiciário e as consequências que trazem para a vida dos nossos cidadãos”, disse a autarca que deu ainda alguns exemplos práticos do impacto negativo que já se está a verificar. Maria do Céu Albuquerque contou que, nos dias de hoje, o país é confrontado com condições completamente diferentes das que existiam há 10, 15 e 20 anos. “Temos menos dinheiro, temos menos pessoas e, por isso, temos que olhar para novas formas de administrar o nosso território no sentido de corresponder não a um esvaziamento territorial mas para corresponder a uma melhor prestação de serviços aos nossos cidadãos”, afirmou. A autarca reportou ainda o caso de uma juiza social que se deslocou de Abrantes ao Tribunal de Tomar para consultar um processo. “Não era isto que tinha que acontecer. Os processos, nesta altura, já deveriam estar todos digitalizados e disponíveis em qualquer ponto para consulta. Não se resolvem os problemas do país às custas dos cidadãos que, deste modo, vão ficando cada vez mais afastados daquele que é um pilar da nossa democracia: a justiça”, apontou.

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