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Desmotivação entre comerciantes dos centros históricos

Edição de 12.11.2014 | O Mirante dos Leitores
Os centros, também conhecidos por “cidades velhas” têm os problemas da falta de acompanhamento do progresso e da falta de uma boa gestão. É assim por todo o lado. Vila Franca de Xira, Santarém, Cartaxo, Almeirim e outras cidades sofrem daquele mal e a culpa é das sucessivas gestões autárquicas que permitiram que a periferia dessas cidades crescessem descontroladamente sem assegurarem o futuro do antigo comércio. Hoje, para se salvar uma cidade é preciso transformá-la num potencial Centro Comercial e para isso é necessário fechar algumas ruas estratégicas a fim de se criar uma zona segura para os consumidores e as suas famílias, com esplanadas até às 24 horas durante os dias úteis e até às 02h00 da manhã nas sextas, sábados e domingo. É necessário também criar pequenos comércios e animação nestas ruas a fim de terem sempre movimento, incentivando a visita dos consumidores. É preciso também mudar o regime do arrendamento, tornando as rendas antigas num valor justo e as rendas modernas em valores mais aceitáveis. As câmaras, uma vez que ganham com o IMI e têm funcionários que fazem serviços de pedreiro, carpinteiro, cantoneiro e pintor, deveriam pôr estes ao serviço da população destas velhas cidades de forma a recuperá-las, valorizando as localidades. Sendo assim, os pobres proprietários contribuíriam apenas com os materiais e tintas para a recuperação de telhados, fachadas. Isto, se houvesse realmente interesse em reabilitar comercialmente todas as estruturas das cidades velhas. Depois bastaria um acordo com os lojistas para que mantivessem as portas abertas num prazo mais alargado e um bom Marketing. Teria que aumentar a protecção aos senhorios em caso de despejo (imediato após “2 meses em atraso”) e fazerem um desconto nas rendas a favor da câmara para pagarem as respectivas obras e materiais usados neste tipo de investimento. Só assim poderíamos recuperar a vida de outrora onde estas terras aqui citadas eram o núcleo dos negócios. Se calhar isto não passa de uma fantasia mas que seria bom lá isso seria!! Carlos Lopes

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