
Maria Fénica Simões, recepcionista, Almeirim
Ser jornalista foi coisa que nunca passou pela cabeça de Maria Fénica Simões. Na escola, sempre foi mais vocacionada para a área das ciências e das matemáticas. “Não sou uma pessoa muito ligada às leituras”, confessa. A recepcionista num gabinete de massagens considera que a vida pessoal dos jornalistas é muito sacrificada pela profissão. “Os jornalistas são muito saltimbancos, passam muito, têm muitas horas de trabalho, têm de levar trabalhos para casa, fazer reportagens longe, acho que é muito complicado”, afirma.Se fosse jornalista, Maria Fénica gostaria de trabalhar na secção de desporto. “Quando vejo suplementos de futebol, corro aquilo tudo”, explica. Nos jornais, lê apenas o lhe interessa ou o que a atrai. Não se interessa muito por jornais nacionais, mas não dispensa a leitura de jornais regionais, como O MIRANTE.

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