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Cemitério à americana feito em Abrantes teve que ser reformulado

Edição de 16.09.2015 | O Mirante dos Leitores
O anterior presidente da Câmara de Abrantes, Nelson de Carvalho (PS), tinha um fascínio por tudo o que era americano. Foi enrolado pelo empresário Alexandre Alves, empresário que usava um chapéu à cóboi, e que o convenceu a gastar imenso dinheiro público em terrenos onde iria ser feita uma fábrica que nunca foi feita, derreteu dinheiro num campo de basebol e na tentativa que se lhe seguiu de criar artificialmente, sem sucesso, o gosto local por aquela modalidade e fez um cemitério igual aos que costumava ver nos filmes americanos dos tempos modernos, que acabou por ser outro fracasso. Claro que a culpa do que se passou não foi dele. Foi de todos os que votaram no PS nas eleições locais de Abrantes. O homem era apenas mais um malabarista da palavra que conseguia iludir milhares de pessoas de boa vontade e algumas que apenas queriam lucrar com as suas más decisões.Mendes F. PedrosaDemorou seis meses o “transplante” efectuado no cemitério de Santa Catarina, em Abrantes, construído ao estilo dos americanos, que agora reabriu. Tendo em atenção que o primeiro talhão com 159 sepulturas ficou preenchido ao fim de 40 meses e o segundo com 134 esgotou ao fim de 39 meses, o novo talhão, com 116 sepulturas com decomposição pelo sistema tradicional (cinco anos), ficará totalmente preenchido decorridos 32 meses. Se, conforme afirmam os entendidos, as sepulturas dos dois primeiros talhões não puderem ser reutilizados (à americana), concluímos que em Abril de 2018 o cemitério voltará a encerrar, por falta de espaço. Excluímos o aparecimento de uma qualquer pneumónica.Artur Lalanda

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