Mulher que matou filho recém-nascido condenada a 19 anos e seis meses de prisão
A certa altura da notícia é dito que juíza considerou que a arguida agiu para com o recém-nascido como uma coisa, como algo que era um problema e um obstáculo ao seu projecto de vida, acrescentando que esta teve um comportamento “egoísta” de resolver o seu problema pessoal sacrificando o elo mais fraco que “tinha toda a vida à sua frente”. Chegamos a esta situação como? Esta indiferença e esta falta de valores é preocupante. Não estamos a educar convenientemente os nossos cidadãos. Se não for esse o motivo porque não fizeram uma avaliação psiquiátrica da acusada?
Fernanda Bentes
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