
Portagens Lisboa-Porto sobem 45 cêntimos e registam o maior aumento das autoestradas
As portagens na autoestrada Lisboa-Porto (A1), da rede Brisa, subiram 45 cêntimos a partir de 1 de Janeiro de 2018 para a classe 1, sendo este o maior aumento registado na actualização feita pela empresa, que afecta 26% dos troços.
Em causa está o “novo tarifário de portagem” na rede de autoestradas da Brisa Concessão Rodoviária, informa a empresa em comunicado apontando que, no caso da A2, que liga Lisboa ao Algarve, e da A6, entre Marateca e Caia, o aumento é de 25 cêntimos.
A nível urbano registam-se subidas de cinco cêntimos nas portagens entre a A9 e a CREL, no sublanço entre Alverca (A1/A9) e Vila Franca de Xira II, pertencente à A1, e na A4, que liga Porto a Amarante, ainda segundo os cálculos feitos pela Brisa para a classe 1.
De acordo com a empresa, “apenas 28 das 93 [26%] taxas de portagem serão actualizadas para a classe 1”, que abrange os motociclos e os veículos com altura inferior a 1,1 metros. “É relevante salientar que, para a maioria dos principais percursos, o impacto das actualizações é mínimo”, nota a Brisa.
O valor médio de atualização tarifária é de 1,47% e tem como referência a taxa de inflação homóloga no continente que, excluindo habitação, se fixou em 1,42% em Outubro.
Em 2017, a atualização nas taxas de portagem das autoestradas nacionais tinha abrangido 26% dos troços das vias onde há cobrança aos utilizadores.
Na nota enviada à imprensa, a Brisa dá ainda conta de que prevê investir cerca de 64 milhões de euros em 2018, uma subida de 10% em comparação com 2017 e que se destina “à realização de obras para melhoria dos níveis de serviço prestado, ao nível da segurança e conforto de quem viaja nas autoestradas”.
A empresa destaca empreitadas como o alargamento da A4, que liga Porto a Amarante, adicionando um troço entre Águas Santas (A3/A4) e Ermesinde, e a reparação dos pavimentos nos sublanços entre Leiria e Pombal (A1), Coimbra Norte (A1/A14) e Mealhada (A1) e Almada e Fogueteiro (A2).

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