
Requalificação da Várzea Grande é a obra do ano novo em Tomar
Município aprovou orçamento de 33,7 milhões de euros para o próximo ano e entre os investimentos mais relevantes previstos está também o Centro Escolar da Linhaceira.
O orçamento do município de Tomar para 2018 tem um valor de 33.747.332 euros, menos cerca de três milhões de euros do que em 2017. A presidente do município, Anabela Freitas (PS), explicou em reunião de câmara que as principais apostas para o próximo ano vão ser em cinco áreas: Coesão e Inclusão Social (5,2 milhões de euros); Desenvolvimento Urbano (6,5 milhões de euros); Desenvolvimento Económico (1,3 milhões euros); Protecção Civil (523 mil euros); Gestão e Equilíbrio Financeiro (571 mil euros); e melhoria dos processos internos/relacionamento com o cidadão (649 mil euros). A construção do Centro Escolar da Linhaceira, a reabilitação da Palhavã e a requalificação da Várzea Grande são as principais obras em destaque para avançar no próximo ano, segundo a presidente da câmara municipal.
Anabela Freitas destaca a criação de 75 novos lugares no mapa de pessoal de 2018, sendo que o mais urgente está contemplado na área da Protecção Civil com a contratação de 14 operacionais para o corpo de bombeiros. “Se a integração dos precários, como está a ser discutido na Assembleia da República, avançar obriga-nos a alterar o mapa de pessoal”, referiu, acrescentando que o valor do apoio ao associativismo é igual ao do ano passado, cerca de 540 mil euros.
Os vereadores do PSD consideram que o orçamento para o próximo ano é muito idêntico ao de 2017 e que este foi um orçamento de pouca execução. José Delgado (PSD) criticou aquilo que considera uma falta de estratégia por parte da maioria socialista que gere o município de Tomar. “Trabalhamos no horizonte de um ano mas devemos trabalhar, todos em conjunto, num plano estratégico para os próximos 15 anos”, criticou a vereadora Célia Bonet (PSD).
“Este é um orçamento de intenções, de obras de requalificação mas não pode ser a única meta do orçamento. É urgente criar postos de trabalho e captar população para todas as freguesias. Estes deveriam ser os pilares fundamentais para o desenvolvimento do nosso concelho. Este orçamento elege, e bem, o turismo como vector quase exclusivo. O problema é que deixa outras áreas muito importantes e desprotegidas de fora”, lamenta ainda a vereadora da oposição.
O documento foi aprovado pela maioria PS, com três votos contra dos vereadores do PSD.

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