A interminável novela do morto Grilo, da sua mulher Rosa e do António amante
Não consigo escapar ao massacre de revelações e contra-revelações relativas à morte do empresário Luís Grilo, de Cachoeiras, Vila Franca de Xira. Já passaram seis meses do acontecimento e por mais que eu tente cai-me sempre em cima mais uma entrevista da mulher Rosa Grilo ou do amante de Rosa Grilo e até me entra pela casa dentro, através das televisões o próprio morto a falar numa entrevista dada a O MIRANTE em 2015.
Geralmente estes casos costumam sair de cena quando aparecem outros mais suculentos, criminalmente falando, mas este não descola porque a viúva não se cala e o amante, a mãe da viúva, o pai, os vizinhos, não param de dar à língua e há muita gente que não tendo mais nada com que se entreter, vai seguindo a novela. Para as televisões sensacionalistas é sempre bom quando isto acontece. Para mim, confesso que já enjoa, para não dizer que enoja, mas não escapo tão facilmente. Ora gaita!!!
Frederico Manuel de Castro Minas
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