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Estalagem de Santa Iria tem abertura prevista para Outubro

Edição de 10.04.2019 | Sociedade

A Estalagem de Santa Iria, em Tomar, tem reabertura prevista para Outubro por altura da Feira de Santa Iria. A informação foi dada a O MIRANTE pela presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas (PS), que explicou que o processo com a empresa a quem foi adjudicado o arrendamento do espaço está em andamento e a cumprir tudo o que está estipulado. “Sei que a empresa tem a intenção de reabrir o espaço por altura da Feira de Santa Iria, em Outubro”, diz a autarca.
O consórcio Sólido Favorito, Lda. e Nélio Oliveira Duarte, de Leiria, venceu o concurso e propõe-se fazer um investimento inicial na estalagem de um milhão de euros, pagando uma renda de 1.550 euros mensais, com isenção desse pagamento nos primeiros cinco anos. A proposta foi aprovada, em Novembro de 2018, com o voto de qualidade da presidente Anabela Freitas (PS) uma vez que o vice-presidente, Hugo Cristóvão, não esteve presente por motivo de férias.
Na altura, a actuação do júri foi contestada por alguns dos concorrentes nas redes sociais, o que motivou críticas por parte da oposição. A vereadora Célia Bonet (PSD) criticou o processo de hasta pública referindo que está “inquinado” desde o início e ameaçou, caso a proposta fosse aprovada, como veio a acontecer, que iria enviar o processo para os órgãos competentes para ser analisado. “Queremos ficar salvaguardados que aquele espaço fica bem entregue”, afirmou em Novembro do ano passado.
Anterior concessionário alvo de despejo
Recorde-se que, por falta de pagamento das rendas estipuladas desde 2007, a Câmara de Tomar despejou o último concessionário do edifício da Estalagem de Santa Iria, situado no Parque do Mouchão. O município exigiu, em Setembro de 2017, que o concessionário deixasse o espaço até 5 de Dezembro desse ano. O que não aconteceu. A câmara tomou então medidas mais drásticas como o corte de trânsito, o corte da água e da electricidade. As medidas surtiram efeito e finalmente foi desocupada a estalagem, que estava a ser explorada pelo mesmo concessionário há 25 anos, apesar do período de concessão assinado ser de apenas 15 anos.

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