Querem ruas limpas mas chamam a polícia porque a limpeza faz pó e barulho
O que se passou na quinta-feira, 6 de Junho, em Santarém é um bom exemplo de uma certa mentalidade egoísta que cada vez se nota mais e mais. Pessoas que exigem tudo e mais alguma coisa sem verem as figuras ridículas que estão a fazer e os transtornos que causam. Fazem-no porque sabem que ficam impunes. Protestar porque as ruas não são limpas e chamar a polícia porque a máquina de limpeza urbana faz barulho ou levanta pó é surrealista. Nestes casos e uma vez que a polícia foi chamada sem haver necessidade e o trabalho parou por causa de queixas sem fundamentos, os queixosos deveriam ter que ser multados ou obrigados a fazer trabalho comunitário, como por exemplo, varrer ruas.
Rolando M. Farinha
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Edição de 18-06-2019