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Câmara de Santarém esquece dívidas antigas do Festival de Gastronomia e Região de Turismo
Associação Festival Nacional de Gastronomia organizou o evento durante vários anos e deixou dívidas por pagar

Câmara de Santarém esquece dívidas antigas do Festival de Gastronomia e Região de Turismo

Edição de 31.07.2019 | Sociedade

A associação Festival Nacional de Gastronomia, que durante muitos anos organizou o evento com o mesmo nome em Santarém em parceria com a Região de Turismo do Ribatejo, cessou actividade há muito tempo mas deixou um rasto de dívidas à Câmara de Santarém, que a autarquia decidiu agora dar como incobráveis. No total são 4.085 euros referentes aos anos de 2003 e 2004, respeitantes a três facturas de serviços prestados pelo município: resposta dos Bombeiros Municipais a um falso alarme (257,87 euros); lavagem de pavimento (257,75 euros); e aluguer de viatura de recolha de lixo (4.085,62 euros).
Atendendo à antiguidade das facturas e à impossibilidade de alcançar qualquer documentação de suporte que atente a realização desses serviços, bem como pelo facto de essa associação ter cessado actividade em Fevereiro de 2011, os serviços do município consideraram impossível arrecadar essa receita, pelo que a vereação decidiu anular as facturas. As três facturas em causa foram assinadas pelo então vice-presidente da câmara, Manuel Afonso (PS).
A Associação Festival Nacional de Gastronomia integrava pessoas indicadas pela Câmara Municipal de Santarém e pela extinta Região de Turismo do Ribatejo e tinha por missão organizar o Festival Nacional de Gastronomia. A associação era controlada por Carlos Abreu, já falecido, um ex-vereador e militante socialista que durante muitos anos liderou a Região de Turismo do Ribatejo e que foi fundador do Festival de Gastronomia.
Na última reunião de câmara foi também dada como incobrável uma dívida da extinta Região de Turismo do Ribatejo, então liderada por Carlos Abreu, tendo sido anuladas duas facturas, de 2004 e 2005, no valor total de 826,08 euros. As dívidas eram relativas ao sistema de detecção de incêndios (550 euros) e a um falso alarme (276,08 euros).

Câmara de Santarém esquece dívidas antigas do Festival de Gastronomia e Região de Turismo

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