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Exposição de Daniel Nave em Abrantes aborda relação humana com mundo natural e cidades

Uma exposição com obras do artista Daniel Nave, que abordam a relação do homem com o mundo natural e os mundos artificiais, foi inaugurada a 8 de Dezembro no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes. Sob o título “Sou eu que desenho os meus pontos de fuga”, a mostra reúne uma seleção de obras em técnica mista, escultura e instalação audiovisual criadas no período compreendido entre 1997 e 2023, sem adoptar uma abordagem retrospectiva ou antológica, segundo a organização.
Com curadoria de Ricardo Escarduça, a exposição, resultado de uma parceria entre a Câmara Municipal de Abrantes e a Coleção Figueiredo Ribeiro e estará em exibição ao público até 23 de Junho de 2024. Esta mostra suscita uma interrogação sobre “a criação assombrosa da cidade e, com mais fervor, o ser que a cria”, segundo um texto da curadoria relativamente ao trabalho do artista nascido em Belmonte, em 1955.
Daniel Nave, que vive em Sintra, é licenciado em artes plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (1979) e foi professor de artes visuais entre 1980 e 2013, desenvolvendo actividade como artista desde a década de 1980, nas áreas do desenho, da pintura, da escultura, da performance e do cinema experimental e documental. De entre as mais recentes exposições individuais, realizou “Places of War”, na Galeria Filomena Soares, em 2021, em Lisboa, “Bestiário”, no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, em 2019, e “Inside Out”, na Fundação Portuguesa das Comunicações, em 2018, em Lisboa.

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