Sociedade | 06-03-2008 08:57
A mediática “menina” bonita da polícia
A polícia do futebol é uma mulher de armas, mas foi o gosto por ajudar o próximo que a aproximou das forças de segurança. A ribatejana Paula Monteiro trocou o curso de oficial da GNR pelo da PSP porque a polícia estava mais adiantada nas oportunidades para mulheres. O destino voltou a aproximá-la da GNR quando se apaixonou pelo capitão Marco Cruz, militar de Santarém que comandou a GNR em Timor. A entrevista completa pode ser lida na edição semanal que sai esta quinta-feira.Quanto é que descobriu a vocação para a polícia?Sempre tive no meu interior uma grande vontade de ajudar os outros e nesta perspectiva havia várias opções. Pensei em seguir medicina e a minha mãe achava que era muito engraçado, mas um dia disse-lhe que iria ser oficial da polícia e ela ficou mais preocupada, mas aceitou.Teve algumas influências na família?O meu pai era militar pára-quedista e isso fez com que eu começasse a admirar a disciplina, as regras e esta forma de estar na vida muito cedo. Os meus pais apoiaram-me muito e devo-lhes o que sou.Quando é que tomou a decisão?Foi no ensino secundário, quando estudava na área de ciências, que optei por seguir uma carreira virada para as forças de segurança. A disciplina, a organização e o rigor sempre me atraíram muito. Quando acabei o 12º ano concorri à Academia Militar para o Curso de Oficiais do Exército e para o Curso de Oficiais da GNR. Concorri também à Escola Superior de Polícia e à Faculdade de Ciências de Lisboa. Jogou em vários campos…Para mal dos meus pecados entrei nos quatro sítios. Decidi logo que não iria para a faculdade porque era civil e o mundo da disciplina e do rigor falou mais alto. Entrei na academia e escolhi a GNR porque era uma forma de estar próxima dos cidadãos e de os poder ajudar. Mas acabou num curso de oficiais da PSP…Mudei porque o curso da GNR não permitia que as mulheres fossem para armas (Infantaria ou Cavalaria), era só para administração militar. Disse adeus ao curso da GNR e um olá ao curso da PSP e não estou arrependida. A PSP já tinha tradição no acolhimento de mulheres há 30 anos e a GNR estava ainda no início deste processo.ENTREVISTA COMPLETA NA EDIÇÃO SEMANAL
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