Sociedade | 02-09-2011 15:43

Serviço de correios assegurado em Marinhais

Desde o encerramento da estação dos CTT de Marinhais, concelho de Salvaterra de Magos, no dia 31 de Agosto que o município está a assegurar o serviço na sua delegação que funciona no edifício da junta de freguesia. A presidente da Câmara de Salvaterra de Magos, Ana Cristina Ribeiro (BE), e o administrador dos CTT, Pedro Coelho, assinaram a 31 de Agosto um protocolo de cooperação que regula a continuidade dos serviços prestados anteriormente na estação dos CTT em Marinhais.O novo posto dos Correios vai prestar o mesmo serviço que o anterior, nomeadamente carregamento de telemóveis, aceitação e entrega de envios de correspondência nacionais e internacionais, venda de envelopes pré-franquiados, cobranças postais, aceitação e entrega de registos nacionais e internacionais, encomendas postais, venda de produtos de coleccionismo, serviço de apartados e pagamentos de portagens de Scuts. O serviço vai funcionar no mesmo horário – das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 de segunda a sexta-feira. A autarquia vai colocar dois funcionários a trabalhar nesse serviço, os quais receberam nos últimos dias formação para o efeito dada pelos CTT.A presidente da Câmara de Salvaterra de Magos afirmou que o executivo municipal decidiu agir assim que teve conhecimento do encerramento da estação dos Correios de Marinhais. “Temos a obrigação, enquanto zeladores do município, de encontrar as melhores soluções e foi o que fizemos. Esta é uma solução que vai amenizar aquilo que seria um grave problema para a população de Marinhais”, referiu a autarca.À semelhança do que tem vindo a acontecer um pouco por todo o país, o balcão dos CTT de Marinhais encerrou devido à crise financeira e à necessidade de redução de custos. Pedro Coelho informou que em 2000 postos de Correios em Portugal os CTT têm cerca de 600 postos em juntas de freguesias e autarquias. O administrador diz que as situações mudam e também os CTT têm que se adaptar às mudanças. “Vamos continuar a fazer serviço público como sempre fizemos. A política actual da empresa é de contenção de custos mas não encerramos uma estação enquanto não existir um posto preparado para funcionar. Não queremos que os clientes sejam prejudicados”, referiu Pedro Coelho.

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