Sociedade | 29-12-2018 07:00

Moradores do Forte da Casa continuam à espera de requalificação do largo

Degradação é antiga e, apesar das várias promessas, o espaço tem sido deixado na mesma.

O largo do Forte da Casa é o principal cartão de visita daquela localidade mas está degradado e há décadas que espera o cumprimento de promessas de obras na zona. Quem ali vive pede mais atenção por parte do poder político, tendo até em conta a existência, naquele mesmo local, do Forte 38, edificação militar do tempo das Linhas de Torres e o monumento que dá nome àquela vila ribatejana.

Na última Assembleia de Freguesia da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa o tema voltou a ser referido e o presidente da junta, Jorge Ribeiro (PS), garante que dentro de dois anos o projecto de requalificação para aquela zona estará implementado. “O parque infantil vai avançar e toda a requalificação daquela zona vai avançar. Tendo em conta a intervenção a realizar e a sua volumetria em termos financeiros ela terá de ser feita de forma faseada”, explicou.

Embora sem concretizar datas para as primeiras fases da obra, o autarca garante que há um “caminho a percorrer” e que já existe uma cronologia para a execução da obra. “Creio que dentro de dois anos teremos todo aquele anel recuperado, dando dignidade àquele espaço e tornando-a numa zona muito mais nobre do que aquilo que é hoje”, refere.

Um dos últimos casos envolvendo aquele local foi a derrocada do muro de suporte do Forte 38 para a via pública, que apesar de não ter atingido nenhum morador obrigou à vedação do local e com isso ficaram inutilizados cerca de duas dezenas de lugares de estacionamento. O muro abateu depois de meses a ameaçar ruir e alertas dos moradores. Além do problema do muro há quem se queixe de falta de limpeza e manutenção do espaço.

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