Sociedade | 03-08-2020 18:00

Guerra às baratas em Vila Franca de Xira arrancou em Julho e acaba em Setembro

Guerra às baratas em Vila Franca de Xira arrancou em Julho e acaba em Setembro
SOCIEDADE

Calendário prevê aplicação de insecticidas nas principais redes de colectores de todas as freguesias do concelho. Município aumentou em 184 por cento as intervenções de desbaratização face ao ano anterior.

No concelho de Vila Franca de Xira está declarada uma guerra às baratas e por isso o município tem no terreno uma vasta acção de desbaratização que arrancou este mês e se prolonga até Setembro em todas as freguesias. O objectivo é dar resposta às queixas de moradores que já se começam a ouvir sobre a presença de baratas nas ruas e em várias habitações, com especial incidência nas localidades de Vialonga, Póvoa de Santa Iria e Alverca.


De 13 a 24 de Julho as acções de desbaratização, que incluem a aplicação de insecticida e rodenticida, decorreram nas ruas de Alverca e Sobralinho. De 24 de Julho a 6 de Agosto acontecem na Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. A vizinha freguesia de Vialonga recebe as operações de desinfestação de 6 a 13 de Agosto e em Vila Franca de Xira as acções decorrem de 13 a 20 de Agosto.


A União de Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz tem acções programadas para o intervalo entre 21 e 28 de Agosto e, por fim, Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras de 28 de Agosto a 1 de Setembro. As intevenções agora anunciadas estão integradas num outro conjunto de acções do município destinadas ao controlo populacional de ratos e baratas, estrategicamente distribuídas ao longo do ano.


Em relação ao ano passado, o município aumentou o número de desinfestações realizadas no seu território em 184 por cento, anunciou em reunião do executivo Jorge Zacarias, vereador em substituição com o pelouro da higiene urbana. Foram realizadas este ano 5.629 desinfestações face às 1.980 realizadas em 2019.
“Temos agora em curso uma nova campanha de aplicação de insecticida na rede de colectores. O tempo está a aquecer de forma drástica e já não há temperaturas amenas, ou faz muito calor ou muito frio e temos tentado acompanhar estas situações. Não tem sido fácil mas há um esforço neste sentido”, explicou Jorge Zacarias.

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