Sociedade | 22-02-2021 12:30

Bombeiros do concelho de VFX recebem novo balão financeiro de 153 mil euros

Bombeiros do concelho de VFX recebem novo balão financeiro de 153 mil euros

Corporações estavam com a corda na garganta e pediram mais dinheiro. Alberto Mesquita já tinha prometido que ia reforçar o apoio e responder aos pedidos.

As corporações de bombeiros do concelho de Vila Franca de Xira vão receber um novo reforço financeiro global da câmara municipal no valor de 153.202 euros. A proposta foi aprovada por unanimidade na reunião pública do executivo de 17 de Fevereiro e vem dar resposta à promessa de Alberto Mesquita de reforçar os apoios às corporações.

Os apoios são dados no âmbito do funcionamento dos Grupos de Intervenção Permanente (GIPS), financiados na totalidade pela câmara municipal e para as Equipas de Intervenção Permanente (EIPS), financiadas de forma partilhada entre a câmara e a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil. Com este reforço financeiro o montante total dos apoios atribuídos pela câmara às corporações do concelho passa a ser superior a um milhão de euros.

O presidente da câmara, Alberto Mesquita, já tinha afirmado a O MIRANTE que iria responder positivamente ao apelo das corporações que, em Dezembro, já sentiam dificuldades em pagar salários. O autarca justifica a atribuição das verbas com a relevante missão dos bombeiros no contexto local da protecção e socorro permanente às populações, tornada ainda mais evidente no actual contexto pandémico.

São beneficiárias dos apoios as corporações de Castanheira do Ribatejo, Vila Franca de Xira, Alhandra, Alverca do Ribatejo, Póvoa de Santa Iria e Vialonga. Em Junho de 2020, recorde-se, o município já havia aprovado o aumento de efectivos nos GIPS do concelho, integrando um total de 37 bombeiros distribuídos pelas seis corporações.

Já no que diz respeito às EIPS elas existem nas corporações de Alverca, Póvoa de Santa Iria e Vila Franca de Xira, com um total de 15 elementos.

Desde o início do confinamento, recorde-se, que as principais fontes de receita dos bombeiros, como o transporte de doentes para consultas e fisioterapia, caíram a pique levando ao surgimento de dificuldades financeiras.

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