Sociedade | 04-08-2022 07:00

Mãe de criança autista precisa que escola facilite alimentação especial ao filho

Filho de Tatiana Palma tem sete anos, perturbações do espectro autista e precisa da ajuda do agrupamento do Bom Sucesso

Aluno faz alimentação selectiva por causa do espectro autista e só come comida caseira. Apesar disso, a escola não está a facilitar a vida ao aluno e recusa-se a instalar micro-ondas para lhe aquecer a comida. Director do agrupamento promete ajudar dentro do que for permitido pela lei.

Rodrigo Coelho tem sete anos, é autista, tem perturbações de alimentação selectiva e se nada for feito arrisca-se a começar o próximo ano lectivo na Escola Básica do 1º Ciclo de Arcena (EB1) sem poder comer na escola. O alerta é deixado pela mãe, Tatiana Palma, de 37 anos, que vive em Arcena e teme que a escola não consiga assegurar a existência de um microondas que possa aquecer a comida que Rodrigo leva de casa diariamente, tal como acontecia no jardim de infância, ambos pertencentes ao Agrupamento de Escolas do Bom Sucesso.  

“Tudo o que não seja comida minha feita em casa ele não come e não acredito que o consigam meter a comer. Para uma criança autista ir buscá-lo à hora de almoço quebrando rotinas será absolutamente incomportável ainda para mais numa escola onde não conhece ninguém. Ele entra em pânico”, lamenta a mãe.

*Notícia desenvolvida na edição semanal em papel desta quinta-feira, 4 de Agosto

*Leia a reportagem completa na edição semanal em papel desta quinta-feira, 4 de Agosto  

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