Sociedade | 23-09-2022 10:00

Ocupações ilegais de empresas na Várzea de Vialonga estão para durar

Zona classificada como Reserva Ecológica Nacional na Várzea de Vialonga está ocupada há anos por empresas que construíram instalações à revelia da lei. Burocracia e custos tornam reposição da legalidade uma missão quase impossível.

Zona classificada como Reserva Ecológica Nacional junto a Vialonga está ocupada há anos por diversas empresas que ali construíram instalações à revelia da lei. A burocracia e os custos associados tornam a reposição da legalidade uma missão impossível a curto prazo.

Resolver o problema das construções ilegais que nas últimas décadas têm surgido na várzea de Vialonga, um espaço classificado como Reserva Ecológica Nacional, custa “muitos milhões” de euros ao erário público e por isso não se acredita que haja solução a breve trecho. O lamento foi deixado pelo presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Fernando Paulo Ferreira (PS), em resposta aos vereadores da CDU que pediram o ponto de situação das construções ilegais de âmbito empresarial que vão acontecendo naquela zona.
Fernando Paulo Ferreira garante que a várzea de Vialonga tem condicionantes à construção no Plano Director Municipal (PDM) que se manterão na futura revisão do documento, ainda que reconheça ser “estranho” que a várzea, que divide os concelhos de Vila Franca de Xira e Loures, seja protegida no concelho de VFX e depois permita actividade económica já do lado de Loures.

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