Sociedade | 26-09-2022 06:59

Cerci de Azambuja com financiamento do PRR para complexo social e da saúde

Instituição de apoio à deficiência vai receber mais de 700 mil euros do Plano de Recuperação e Resiliência para a construção de um centro de actividades e inclusão. Obra está inserida no projecto do Complexo Social e da Saúde da Quinta das Rosas.

A Cerci Flor da Vida, cooperativa que presta apoio a pessoas com deficiência, sediada em Azambuja, conseguiu financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a construção de um Centro de Actividades e Capacitação para a Inclusão (CACI), integrado no Complexo Social e de Saúde da Quinta das Rosas.
Segundo o presidente da direcção da Cerci, José Manuel Franco, em declarações a O MIRANTE, o apoio conseguido através de candidatura é de 742.500 euros sendo que a obra para a construção do CACI, com resposta para 30 utentes, terá que ficar concluída até 2024. O projecto já está finalizado e a instituição aguarda agora pela entrega do caderno de encargos para que possa lançar o concurso para adjudicação da empreitada, que também vai contar com um apoio da Câmara de Azambuja que se estima ser de 350 mil euros. A expectativa, acrescentou, é que a obra arranque até ao final de 2022.
O projecto da Cerci Flor da Vida foi um dos oito candidatos na área da deficiência nos distritos de Lisboa, Santarém, Leiria, Setúbal, Évora e Portalegre que conseguiu financiamento do PRR. Além desta, a cooperativa candidatou ao programa um projecto para uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) que foi aprovada, mas sem dotação orçamental no valor de um milhão de euros, e uma outra, igualmente aprovada mas sem dotação no valor de 84 mil euros para o Serviço de Apoio Domiciliário.
José Manuel Franco adiantou ainda que brevemente vai ser submetida uma candidatura ao PRR para a Unidade de Longa Duração e Manutenção, inserida na Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) no valor de 900 mil euros. O Complexo Social e da Saúde da Quinta das Rosas, cujo projecto foi desenvolvido em tempo de pandemia, assim como as candidaturas, tem um investimento global na ordem dos 4,5 milhões de euros mais IVA, fora os 899 mil euros já financiados pelo Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES), da Segurança Social para o lar residencial.

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